UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Colegiado de Extensão do Instituto de Ciências Agrárias

Rodovia BR 050, Km 78, Bloco 1CCG - Bairro Glória, Uberlândia-MG, CEP 38400-902
Telefone: (34) 2512-6700 - iciag@ufu.br
  

Timbre

plano de extensão da unidade - pex

O PRESENTE PLANO TEM RESPALDO LEGAL NAS SEGUINTES NORMATIVAS:

 

Normativas:

1 - Resolução CONSUN 25/2019 que estabelece a Política de Extensão da Universidade Federal de Uberlândia

2 - Resolução CONSUN 5/2021 que aprova a criação da Coordenação de Extensão do Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Uberlândia

3 - Portaria REITO 872/2018 que dispõe sobre a tramitação e fluxos dos projetos de ensino, pesquisa, extensão, artístico-cultural, desenvolvimento institucional, científico e tecnológico e estímulo à inovação   com gestão administrativa e financeira de fundação de apoio, mediante celebração de instrumentos contratuais, acordo de cooperação mútua, termos de parcerias e congêneres e dá outras providências

4 - Portaria REITO 160/2020 que dispõe sobre a sistematização da extensão no âmbito da Universidade Federal de Uberlândia

5 - Resolução CONDIR 08/2017 que dispõe sobre o relacionamento da Universidade com as fundações de apoio mediante a celebração de convênios ou contratos

6 - Resolução CONSEX 01/2010 que estabelece diretrizes para a constituição da Coordenação de Extensão nas Unidades acadêmicas da Universidade Federal de Uberlândia

7 - Resolução CONSEX 5/2020 que dispõe sobre a elaboração do plano da extensão da Unidade (PEX) nas Unidades Acadêmicas e Unidades Especiais de Ensino

8 - Resolução CONSEX 6/2020 que dispõe sobre a sistematização da extensão no âmbito da Universidade Federal de Uberlândia

9 - Resolução CONSEX 8/2021 que dispõe sobre a operacionalização de programas de extensão no âmbito da UFU

10 - Resolução ICIAG 02/2015 que constitui a Coordenação de Extensão do Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Uberlândia

 

 

IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE

Nome da Unidade:

Instituto de Ciências Agrárias

Cursos Oferecidos na Unidade

(Descrever todos os cursos oferecidos pela Unidade: ensino básico, técnico, graduação e pós-graduação)

Áreas do Conhecimento (CNPq)

Graduação em Agronomia – Uberlândia

Ciências Agrárias

Graduação em Agronomia - Monte Carmelo

Ciências Agrárias

Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária

Engenharias

Graduação em Engenharia Florestal

Ciências Agrárias

Pós-graduação em Agronomia - Mestrado

Ciências Agrárias

Pós-graduação em Agronomia - Doutorado

Ciências Agrárias

Pós-Graduação em Agricultura e Informações Geoespaciais - Mestrado

Interdisciplinar 

Pós-Graduação em Qualidade Ambiental - Mestrado

Ciências Ambientais

APRESENTAÇÃO GERAL DO PLANO DE EXTENSÃO DA UNIDADE - PEX

Apresentação geral da extensão na unidade:

   Atuação da Extensão do ICIAG, no âmbito dos campi de Uberlândia e Monte Carmelo, se dá por apresentação de programas e projetos com registro no sistema SIEX, que são submetidos à avaliação e deferimento do Colegiado de Extensão do ICIAG. A divulgação e acompanhamento são realizados pela direção do ICIAG e da coordenação de cada curso. Uma vez aprovados os projetos são operacionalizados pelos servidores da UFU (professores, técnicos administrativos), alunos e membros da comunidade externa que estejam envolvidos nos mesmos. Os cursos do ICIAG, desde a sua fundação, sempre desenvolveram ações de extensão, principalmente ligadas a extensão rural, desenvolvimento sustentável e agricultura familiar, além de outras temáticas interdisciplinares de importância à sociedade.

Organização da extensão na unidade:

A estrutura organizacional da extensão no Instituto de Ciências Agrárias conta com uma Coordenação de Extensão (COEXT-ICIAG), que é assessorada pelo seu colegiado na elaboração das diretrizes que norteiam as ações extensionistas desenvolvidas por docentes e técnicos administrativos da unidade acadêmica.

O Colegiado de Extensão da Unidade é formado por representantes do ICIAG. A COEXT-ICIAG mantém um diálogo com os colegiados dos cursos de graduação e pós-graduação, que atuam articulados às coordenações dos seus respectivos cursos e pelos seus Núcleos Docentes Estruturantes (NDEs), sendo responsável por realizar as consultas sobre as temáticas da extensão junto a pró-reitoria de extensão e cultura (PROEXC), Fundações de apoio Universitário e demais setores com aderência à temática, para informar e orientar o ICIAG.

Por meio do seu sitio eletrônico (http://www.iciag.ufu.br/extensao) são divulgadas as informações relativas as resoluções pertinentes a temática, programas e projetos institucionais, assim como cursos e eventos do iciag.

Em alinhamento com as normas da PROEXC/UFU e da COEXT/ICIAG, as ações, programas e projetos de extensão no ICIAG, deverão seguir os seguintes critérios:

I - Registro no SIEX/PROEXC/UFU atendendo aos requisitos mínimos para que a ação se constitua de natureza extensionista, ou seja,

com a participação da comunidade externa, em tempo hábil para avalidação da unidade(COEXT-ICIAG);

II - Previsão de envolvimento de discentes (graduação ou pós-graduação) de maneira protagonista na ação, sempre que possível, como integrante da equipe executora da mesma, proporcionando impacto na formação do discente, possibilitando o desenvolvimento de ou-tras habilidades, visão organizacional e crítica de temáticas técnicas, saberes populares e demandas sociais;

III - Destinar-se à comunidade externa, visando contribuir com a transformação social e dos saberes, e alinhadas com a natureza dos projetos e das linhas de extensão;

IV - Prever indicadores para avaliação da execução da ação e se atentar para realização de registros de presença, fotográficos, para am-pliar a divulgação nas plataformas digitais como forma de divulgação e/ou resultados da ação;

Assim, a COEXT-ICIAG considera tais parâmetros como mínimos para o deferimento das ações, e realizará por meio de seus pareceres

uma forma de diálogo e orientação para as atividades de extensão propostas.

Objetivos da extensão na unidade:

                                                 

Os objetivos da extensão na Unidade Acadêmica ICIAG estão correlacionados e em sinergia com os preconizados pela Resolução n° 25/2019 do Conselho Universitário (CONSUN), que são:

I – promover a relação Universidade/sociedade, articulando o ensino e a pesquisa, por meio da arte, da ciência, da tecnologia e da ino-vação;

II – dar reconhecimento da extensão como dimensão relevante da atuação universitária, conforme previsão no Projeto

de Desenvolvi-mento Institucional (PDI);

III – integrar temáticas de relevância social no processo de formação dos estudantes da Universidade;

IV – estimular atividades de extensão cujos desenvolvimentos impliquem relações multi, inter e/ou transdisciplinares e

interprofissio-

nais de setores da Universidade e da sociedade;

V – possibilitar novos meios e processos de produção, inovação e disponibilização de conhecimentos, permitindo a am-

pliação do acesso aos diferentes saberes-fazeres produzidos na Universidade e na sociedade e o desenvolvimento tecno-lógico, social e cultural do país;

VI – estimular as atividades voltadas para o desenvolvimento, a produção e a preservação cultural e artística, reconhecendo a sua relevância para a construção das identidades locais, bem como a importância das manifestações locais e regionais para o

contexto nacional;

VII – tornar permanente a avaliação institucional das atividades de extensão universitária como um dos parâmetros de avaliação da própria Universidade;

VIII – valorizar os programas de extensão interinstitucionais, sob a forma de consórcios, redes e/ou parcerias;

IX – colaborar para a internacionalização da extensão;

 X – estimular a pesquisa na Instituição; e

XI – contribuir para a melhoria da qualidade da educação no país.

 

Os objetivos das atividades de extensão  estão pautados na troca de conhecimentos que levam em conta os saberes e fazeres popula-

res, garantir valores democráticos de igualdade de direitos, respeito às pessoas, articulação, elaboração e administração de programas,

projetos, eventos, oficinas, prestação de serviços.

Estruturados para  compreender as fragilidades, promover o desenvolvimento social, fomentar programas de extensão que viabilizem e potencializem a consciência cidadã. Considerando que sempre deve haver uma interdiciplinaridade envolvendo ensino pesquisa e ex-tensão.

 

Objetivos gerais:

  1. Estimular o comprometimento da comunidade universitária em conformidade com interesses e necessidades da so-ciedade, estabelecendo mecanismos que relacionem o saber acadêmico ao saber popular;

  2. Incentivar a prática acadêmica de forma que contribua para o desenvolvimento da consciência social e política, formando profis-sionais-cidadãos;

  3. Promover o desenvolvimento econômico, educativo, científico, tecnológico, social, esportivo, cultural e artístico em níveis locais, nacionais e internacionais;

  4. Contribuir para reformulações de concepções e práticas curriculares da Universidade, bem como para a sistematização do conhe-cimento produzido;

  5. Fortalecer o compromisso público da Universidade, facilitando o diálogo e ação intersetorial, assegurando a presença desse setor na implementação nacional e internacional, contribuindo com políticas públicas, com o compromisso social e o     desenvolvimento.

 

Objetivos específicos:

  1. Aumentar o número de participação dos alunos nas ações de extensão;

  2. Aumentar a importância do segmento de extensão no ICIAG;

  3. Aumentar o público-alvo direto e indireto;

  4. Intensificar parceria com instituições afins (públicas, municipais, estaduais, federais, não governamentais e privadas) junto aos  municípios onde a UFU está atuando;

  5. Promover projetos multicampi e multidisciplinar que possibilitem a integração das ações;

  6. Criar a semana da extensão no ICIAG;

  7.  Criar o escritório de Extensão do ICIAG para atendimento direto à comunidade;

  8. Desenvolver banco específico de dados para extensão com registros de ações em meio digital e mensurar resultados com gera -   ção de relatórios;

  9. Aumentar a participação de docentes e técnicos nas ações de extensão;

  10. Aumentar a aprovação e realização de projetos de extensão;

  11. Buscar recursos para financiamento dos projetos de extensão a partir de editais de fomento e parcerias;

  12. Avaliar os impactos das ações de extensão nas comunidades interna e externa.

Linhas de extensão a serem atendidas:

(as atividades de extensão são organizadas pelas linhas descritas no quadro II do Anexo, da Resolução 06/2020 - CONSEX/UFU)

 Os cursos de Graduação e Pós-Graduação do Instituto de Ciências Agrárias possuem uma vasta atuação em diversas áreas do conhecimento, de modo que as ações de extensão da unidade podem ser sistematizadas e realizadas nas oito áreas temáticas principais estabelecidas no Art. 5º da Resolução Nº 6/2020, do Conselho de extensão, cultura e assuntos estudantis da Universidade Federal de Uberlândia.

Com base nisso, as ações de extensão da unidade podem se enquadrar nas linhas indicadas no Quadro 1, que também apresenta os seus respectivos descritores, para efeito de classificação e operacionalização das ações em cada eixo temático. Sendo importante salientar que essas linhas foram estabelecidas com base na capacidade de atuação dos cursos do ICIAG, a partir da compilação dos Quadros I e II, presentes na Resolução Nº 6/2020 do CONSEX, da Universidade Federal de Uberlândia.

As linhas de extensão aqui relacionadas não limitam a realização de projetos e a futura inclusão de outras linhas de acordo com a incidência de ações em áreas distintas as listadas. Considera-se apenas que todas devem estar em conformidade com os objetivos da resolução 06/2020 do CONSEX, que define 53 linhas de extensão.

Quadro 1 – Linhas de Pesquisa e Linhas de descritores para classificação da extensão e forma de operacionalização mais frequentes

Linha de extensão

Linhas e descritores para classificação da extensão e formas de operacionalização mais frequentes

6. Comunicação

Estratégica

Elaboração, implementação e avaliação de planos estratégicos de comunicação; realização de assessorias e consultorias para organizações de natureza diversa em atividades de publicidade, propaganda e de relações públicas; supor  te de comunicação a programas e projetos de mobilização social a organizações governamentais e da sociedade civil; formação, capacitação e

qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área.

7. Desenvolvimento de Produtos

Produção de origem animal, vegetal, mineral e laboratorial; manejo, transformação, manipulação, dispensação, conservação e comercialização de produtos e subprodutos; produção e divulgação de informações, conhecimentos e   material didático relacionados ao tema; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área.

8. Desenvolvimento Regional

Elaboração de diagnóstico e de propostas de planejamento regional (urbano e rural) envolvendo práticas destinadas à elaboração de planos diretores, soluções, tratamento de problemas e melhoria da qualidade de vida da população local,  tendo em vista sua capacidade produtiva e potencial de incorporação na implementação das ações; participação em fóruns (Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável - DLIS); participação e assessoria a conselhos regio   nais, estaduais e locais de desenvolvimento e a fóruns de municípios e associações afins;

elaboração de matrizes e estudos sobre desenvolvimento regional integrado, tendo como base recursos locais renováveis e práticas sustentá veis; discussão sobre perma cultura; definição de indicadores e métodos de avaliação de desenvolvimento, crescimento e sustentabilidade; formação, capacitação e qualificação de pessoas envolvidas na temática; produção e

divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área.

9. Desenvolvimento Rural e Questão

Agrária

  Constituição e ou manutenção de iniciativas de reforma agrária; matrizes produtivas locais ou regionais e de políticas de desenvolvimento rural; assistência técnica; planejamento do desenvolvimento rural sustentável; organização rural;   comercialização; agroindústria; gestão de propriedades e/ou organizações; arbitragem de conflitos de reforma agrária; educação para o desenvolvimento rural; definição de critérios e de políticas de fomento para o meio rural; avaliação de  impactos de políticas de desenvolvimento rural; produção de material didático; produção e divulgação de informações,  conhecimentos e material didático relacionados ao tema; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam  na área.

10. Desenvolvimento Tecnológico

Processos de investigação e produção de novas tecnologias, técnicas, processos produtivos, padrões de consumo e produção (inclusive tecnologias sociais, práticas e protocolos de produção de bens e serviços); serviços tecnológicos; estudos de viabilidade  técnica, financeira e econômica; adaptação de tecnologias; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de

informações, conhecimentos e material didático na área.

11. Desenvolvimento Urbano

Planejamento, implementação e avaliação de processos e metodologias visando proporcionar soluções e o tratamento   de problemas das comunidades urbanas; urbanismo; formação, capacitação e qualificação de pessoas envolvidas na     área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área.

13. Educação

Profissional

Formação técnica profissional, visando à valorização, aperfeiçoamento, promoção do acesso aos direitos trabalhistas e  inserção no mercado de trabalho; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divul gação de informações, conhecimentos e material didático na área.

14. Empreendedorismo

Constituição e gestão de empresas juniores, pré-incubadoras, incubadoras de empresas, parques e polos tecnológicos, coopera tivas e empreendimento solidários e outras ações voltadas para a identificação e aproveitamento de novas oportunidades e re  cursos de maneira inovadora, com foco na criação de empregos e negócios estimulando a proatividade, formação, capacitação e  qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático  na     área.

15. Emprego e Renda

Defesa, proteção, promoção e apoio a oportunidades de trabalho, emprego e renda para desempregados, empregados, empreendedores, setor informal, proprietários rurais, formas cooperadas/associadas de produção, empreendimentos produtivos solidários, economia solidária, agricultura familiar, dentre outros; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material   didático relacionados ao tema; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área.

17. Espaços de

Ciência

Difusão e divulgação de conhecimentos científicos e tecnológicos em espaços de ciência, como museus, observatórios, planetários, estações marinhas, entre outros; organização desses espaços; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam   na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático relacionados ao tema.

21. Formação

Docente

Formação docente, envolvendo a discussão de fundamentos e estratégias para a organização do trabalho pedagógico, tendo em vista o aprimoramento profissional, a valorização, a garantia de direitos trabalhistas e a inclusão no mercado de trabalho formal; capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e de material didático relacionados ao tema.

22. Gestão do

Trabalho Urbano e

Rural

Estratégias de administração; ambiente empresarial; relações de trabalho (formas associadas de produção, trabalho informal, incubadora de cooperativas populares, agronegócios, agroindústria, práticas e produções caseiras, dentre outros); produção e      divulgação de informações, conhecimentos e material didático relacionados ao tema; formação, capacitação e qualificação de        pessoas que atuam na área

23. Gestão

Informacional

Sistemas de fornecimento e divulgação de informações econômicas, financeiras, físicas e sociais das instituições públicas, priva das e do terceiro setor; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático relacionados ao tema;               formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área.

24. Gestão

Institucional

Estratégias administrativas e organizacionais em órgãos e instituições públicas, privadas e do terceiro setor, governamentais e    não governamentais; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de                       informações, conhecimentos e material didático na área.

25. Gestão Pública

Sistemas regionais e locais de políticas públicas; análise do impacto dos fatores sociais, econômicos e demográficos nas políticas públicas (movimentos populacionais, geográficos e econômicos, setores produtivos); formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam nos sistemas públicos (atuais ou potenciais); produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área.

26. Grupos Sociais

Vulneráveis

Planejamento, implementação e avaliação de processos de atenção (educação, saúde, assistência social, etc.), de emancipação, de respeito à identidade e inclusão desses grupos; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto questões de gênero, de etnia, de orientação sexual, de diversidade cultural, de credos religiosos, dentre outros; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam com esses segmentos; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área.

28. Inovação

Tecnológica

Introdução de produtos ou processos tecnologicamente novos e melhorias significativas a serem implementadas em produtos ou processos existentes nas diversas áreas do conhecimento. Considera-se uma inovação tecnológica de produto ou processo aquela que tenha sido implementada e introduzida no mercado (inovação de produto) ou utilizada no processo de produção (inovação de processo). Formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área.

30. Jovens e Adultos

Processos de atenção (saúde, assistência social, etc.), de emancipação e inclusão; educação formal e não formal; promoção, defesa e garantia de direitos; desenvolvimento de metodologias de intervenção, tendo como objeto enfocado pela ação os jovens (19 a 24 anos) e adultos (de 25 a 59 anos); formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam com esse segmento; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área.

32. Metodologias e Estratégias de Ensino/ aprendizagem

Metodologias e estratégias específicas de ensino/aprendizagem, como a educação à distância e o ensino presencial e de processos de formação inicial, educação continuada e formação profissional; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e de material didático na área.

33. Mídia-artes (mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital)

Mídia-artes (mídias contemporâneas, multimídia, web-arte, arte digital); formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam nessas áreas; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área; memória, produção e      difusão cultural e artística.

36. Organizações da Sociedade Civil e

Movimentos Sociais e Populares

Apoio à formação, organização e desenvolvimento de comitês, comissões, fóruns, associações, ONGs, OSCIPs, redes, cooperativas populares, sindicatos, organizações solidárias, dentre outros; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático relacionados ao tema; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área.

37. Patrimônio Cultural, Histórico, Natural e Imaterial

Preservação, recuperação, promoção e difusão de patrimônio artístico, cultural e histórico (bens culturais móveis e imóveis, obras de arte, arquitetura, espaço urbano, paisagismo, música, literatura, teatro, dança, artesanato, folclore, manifestações religiosas populares), natural (natureza, meio ambiente) e imaterial (culinária, costumes do povo), mediante formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, centros culturais, arquivos e outras organizações culturais, coleções e acervos; restauração de bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; proteção e promoção do folclore, do artesanato, das tradições culturais e dos movimentos religiosos populares; valorização do patrimônio; formação, capacitação e qualifica ção de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área.

39. Propriedade

Intelectual e

Patentes

Processos de identificação, regulamentação e registro de direitos autorais e outros sobre propriedade intelectual e patentes; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e ma  terial didático na área.

40. Questões

Ambientais

Implementação e avaliação de processos de educação ambiental e de redução da poluição do ar, águas e solo; discussão da Agenda 21; discussão de impactos ambientais de empreendimentos e de planos básicos ambientais; questões florestais; meio ambiente e qualidade de vida; cidadania e meio ambiente; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático na área.

41. Recursos Hídricos

Planejamento de microbacias, preservação de mata ciliar e dos recursos hídricos, gerenciamento de recursos hídricos e bacias hidrográficas; prevenção e controle da poluição; arbitragem de conflitos; participação em agências e comitês estaduais e nacionais; assessoria técnica a conselhos estaduais, comitês e consórcios municipais de recursos hídricos; produção e divulgação de conhecimentos, informações e de material didático na área; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área.

42. Resíduos Sólidos

Orientação para desenvolvimento de ações normativas, operacionais, financeiras e de planejamento, com base em critérios sanitários, ambientais e econômicos para coletar, segregar, tratar e dispor o lixo; orientação para elaboração e desenvolvimento de projetos de planos de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos; coleta seletiva, instalação de manejo de RSU reaproveitáveis (compostagem e reciclagem), destinação final de RSU (aterros sanitários e controlados), remediação de lixo a céu aberto; orientação à organização de catadores de lixo; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e        divulgação de informações, conhecimentos e de material didático na área.

43. Saúde Animal

Processos e metodologias visando à assistência à saúde animal: prevenção, diagnóstico e tratamento; prestação de serviços institucionais em laboratórios, clínicas e hospitais veterinários universitários; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático relacionados ao tema; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área. Auxilio à cães/gatos e demais animais domésticos comunitários, apoio a ONGS/cuidadores voluntários, promoção de ações de bem estar  ani mal e cuidados integrais aos animais.

45. Saúde e Proteção no Trabalho

Processos assistenciais, metodologias de intervenção, ergonomia, educação para a saúde e vigilância epidemiológica ambiental, tendo como alvo ambientes de trabalho e trabalhadores urbanos e rurais; produção e divulgação de informações, conhecimentos e de material didático relacionados ao tema; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área.

47. Segurança

Alimentar e

Nutricional

Incentivo à produção de alimentos básicos, agroecológicos/orgânicos, autoabastecimento, agricultura urbana, hortas escolares e comunitárias, nutrição, educação para o consumo, regulação do mercado de alimentos, promoção e defesa do consumo alimentar; capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área; produção e divulgação de informações, conhecimentos e de ma terial didático relacionados ao tema.

49. Tecnologia da

Informação

Desenvolvimento de competência informacional - para identificar, localizar, interpretar, relacionar, analisar, sintetizar, avaliar e comunicar informação em fontes impressas ou eletrônicas; inclusão digital; produção e divulgação de informações,   conhecimentos e material didático relacionados ao tema; formação, capacitação e qualificação de pessoas que atuam na área.

50. Temas Específicos no campo de

Desenvolvimento

Humano

Temas das diversas áreas do conhecimento (ciências humanas, biológicas, sociais aplicadas, exatas e da terra, da saúde, ciências agrárias, engenharias, linguística, letras e artes), visando a reflexão, discussão, atualização e aperfeiçoamento nessas áreas; produção e divulgação de informações, conhecimentos e material didático relacionados ao tema.

52. Turismo e

Desenvolvimento

Sustentável

Planejamento e implementação do turismo (ecológico, cultural, de lazer, de negócios, religioso, etc.) como setor gerador de emprego e renda para os municípios; desenvolvimento de novas tecnologias para avaliações de potencial turístico; produção e divulgação de imagens em acordo com as especificidades culturais das populações locais; formação, capacitação e qualificação de   pessoas para o turismo; produção e divulgação de informações, conhecimentos e de material didático relacionado ao tema.

            

Modalidades de extensão a serem implementadas:

 (  x  ) PROGRAMA

 (  x ) PROJETO

 

 ( x  ) CURSO E/OU OFICINA

 

 (  x  ) EVENTO

 

 (  x  ) PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

 

EVOLUÇÃO DA EXTENSÃO NA UNIDADE

Evolução da extensão na unidade:

O Instituto de Ciências Agrárias (ICIAG) tem uma ampla atuação no campo da Extensão Universitária. Esta abrangência se deve à gama de áreas de conhecimento e especialidades contempladas pelos servidores desta unidade acadêmica. Além disso, as atividades de extensão são muito presentes dentro das ciências agrárias, visto que neste campo de atuação a interação entre as instituições de Ensino Superior ou Centros de Pesquisa, e a comunidade externa, é inerente à construção de conhecimento e das soluções para as atividades agropecuárias.

Dessa forma, o ICIAG tem em sua essência uma atuação que contempla as atividades de extensão como uma atividade articulada ao ensino e à pesquisa, com a missão de enriquecer o processo pedagógico, socializar o saber produzido na academia, e possibilitar meios para que ocorra a participação da comunidade na vida universitária, conforme preconiza o Plano Nacional de Extensão (PNE) (FORPROEX, 1998).

A título de proporcionar uma visão evolutiva das atividades de extensão desenvolvidas pelo ICIAG, foram levantadas informações presentes no Sistema de Informação de Extensão e Cultura (SIEX) da UFU.

Na última década foram registradas diversas atividades de extensão realizadas por profissionais do ICIAG junto ao (SIEX) da UFU. No período entre 2010 e 2021 (11 anos), foram registrados 41 cursos e oficinas, e cada evento atingiu diretamente cerca de 20 a 500 pessoas e indiretamente cerca de 300 a 1000. Com relação à eventos de extensão com temáticas distintas, abrangendo “dias de campo”, “cine debate”, “ciclo de palestras”, “worshops” dentre outros, foram realizados mais de 200 ações neste mesmo período (2010 a 2021) tendo média de público atingido por evento de cerca de 150 pessoas.

Existem também 17 programas de extensão, que se caracterizam como atividades mais duradouras, cadastrados pelos docentes e técnicos do ICIAG no SIEX. Estes 17 programas geralmente apresentam duração entre 1 a 2 anos em média, e comumente são renovados em períodos posteriores.

Dentre os projetos de extensão desenvolvidos e cadastrados junto ao SIEX por membros do ICIAG, destaca-se um total de 165 projetos com público atingido diretamente variando entre 20 e 400 pessoas, e indiretamente uma média de 1000 pessoas por projeto. Vários destes projetos também se apresentam de forma continuada como por exemplo as atividades realizadas pelas empresas juniores dos cursos de Agronomia, Engenharia Ambiental e Engenharia Florestal e de alguns núcleos como, o Centro de Incubação de Empreendimentos Populares e Solidários (CIEPS) e o Núcleo de Agroecologia do Cerrado Mineiro (NACEM). Também destaca-se os simpósios acadêmicos como o Simpósio de Ciências Agrárias e Ambientais (SICAA) que está em sua 9ª edição (2021), o Simpósio de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária 5ª edição (2020), Simpósio da Pós Graduação em Qualidade Ambiental 4ª edição (2020), AGROCAMPO 5ª edição (2019) e os ciclos de palestra dos grupos PET, entre eles o CISAGRO que está em sua 13ª edição (2021) e é coordenado pelo PET Agronomia -Uberlândia.

Neste contexto torna-se evidente a evolução, a continuidade e a diversidade das atividades de extensão no âmbito de atuação do Instituto de Ciências Agrárias, apresentando-se a seguir as principais atividades de extensão consideradas como consolidadas devido à continuidade e recorrência a qual vem ocorrendo nesta unidade acadêmica.

Programas e projetos de extensão consolidados na unidade:

Nº Registro SIEX

Título da Atividade

Área Temática da Extensão

Linha de Extensão

Coordenador(a) Responsável

11432/12365/14778/22163

Simpósio de Ciências Agrárias e Ambientais

Educação 

Educação profissional

Adriane de Andrade Silva - Jardel Boscardim - Gilberto de Oliveira Mendes

27681

Simpósio de Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária e

da Pós Graduação em Qualidade Ambiental. 

Educação 

Educação profissional

Bruna Fernanda Faria Oliveira/ Sueli Moura Bertolino

16368/17873/20153

Agrocampo - Encontro sobre culturas agrícolas UFU

Tecnologia e produção

Desenvolvimento tecnológico

Hamilton Kikuti

16508

Centro de Incubação de Empreendimentos Populares Solidários (CIEPS)- Monte Carmelo

Meio ambiente - Tecnologia e produção

Desenvolvimento rural e questão agrária

Ana Carolina Silva Siquieroli -  Adriane de Andrade Silva

14518

Núcleo de Agroecologia do Cerrado Mineiro (NACEM)

Tecnologia e produção

Meio Ambiente

Adriane de Andrade Silva

15327/19799/23590/25120

Extensão Rural na Agronomia

Tecnologia e produção

Educação

Hamilton Kikuti

21858

Empresa Junior REFOREST-JR

Tecnologia e produção 

Meio Ambiente

Alvaro Augusto Vieira Soares

22184

Empresa Junior da Agronomia Monte Carmelo

Tecnologia e produção

Meio Ambiente

Adriane de Andrade Silva

21145

Empresa Junior da Engenharia Ambiental e Sanitária - Soluções em Engenharia Ambiental

Tecnologia e produção

Meio Ambiente

Anne Caroline Malvestio

28376

Ambientar-se

Educação 

Meio Ambiente

Sueli Moura Bertolino

30369

Programa Prato Cheio: agricultura urbana e periurbana como uma estratégia para a segurança alimentar e nutricional

Tecnologia e Produção

Desenvolvimento Regional

Tatiane Melo de Lima

Considerações sobre os Programas e Projetos Consolidados na Unidade:

                Os 4 cursos de graduação possuem empresas juniores (EJ´s) que são importantes por trazer aos discentes  um caráter  empreendedor e autônomo diretamente aos saberes dos cursos aos quais estão ligados e propicia uma ligação direta com a comunidade que será  atendida pelas EJ´s com tutoria do corpo docente da UFU.                 

                Os simpósios acadêmicos (SICCA, SIAMB e CISAGRO) permitem que palestrantes  façam um contato com a comunidade demonstrando os avanços das áreas e divulgando as pesquisas, novas tecnologias e perspectivas para o ICIAG. promovendo a atualização e ciclagem de saberes.

               Os núcleos/grupos de estudos desenvolvem habilidades intelectuais, fomentam as pesquisas, a divulgação e a transferência de tecnologias nas grandes áreas de abrangência para a sociedade.

               Os demais projetos tem seus objetivos específicos e contribuem com o desenvolvimento do setor agropecuário e com a sociedade.

SETORES DE EXECUÇÃO DA EXTENSÃO

Descrição dos setores de execução da extensão:

O desenvolvimento das ações de extensão no Instituto de Ciências Agrárias conta com toda infraestrutura da Unidade para realização de programas, projetos, cursos, eventos e prestação de serviços.

 A infraestrutura da unidade acadêmica é composta por:

72 laboratórios destinados à realização de análises químicas, físicas e biológicas, nas mais diversas áreas do conhecimento dentro das ciências agrárias, ambientais e sanitárias; campos experimentais e estações demonstrativas; além, de toda estrutura predial composta por auditórios, salas de aula, salas de reunião e estrutura administrativa.

Esses espaços estão distribuídos nos campi da UFU nas cidades de Uberlândia e Monte Carmelo, conforme mostra a descrição do espaço físico no Quadro 3. Além dos laboratórios em Uberlândia e Monte Carmelo, o ICIAG utiliza ainda três fazendas experimentais no município de Uberlândia, onde estão lotados nove laboratórios de campo. Ainda, em Monte Carmelo, existem dois campos experimentais que oferecem suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão nas áreas da fitotecnia, ciência do solo e ciências florestais.

Quadro 3 . Relação e descrição dos laboratórios do ICIAG, destinados à prestação de serviço e apoio às ações de extensão, nos Campus de Uberlândia e Monte Carmelo.

   

Laboratório

Descrição

Local

Laboratório de

Bacteriologia Vegetal

(LABAC)

Atua na área de Fitopatologia/Bacteriologia, na detecção e identificação de bactérias em plantas e em sementes de importância agrícola. Oferece a prestação de serviços aos produtores rurais, na detecção de bactérias fitopatogênicas em plantas, frutos, bulbos, sementes e tubérculos, com emissão de laudo.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de Cultura de

Tecidos e Plantas

(LACTP)

Especializado no desenvolvimento de atividades ligadas ao cultivo in vitro de plantas, nas diferentes técnicas, com destaque para micropropagação e conservação in vitro de germoplasma.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Entomologia (LAENT)

 O LAENT oferece à comunidade a estrutura necessária para a oferta de disciplinas e estudos relacionadas à área de Entomologia.

O laboratório conta com bancadas, lupas estereoscópicas e microscópios que permitem a realização de aulas práticas de disciplinas básicas e aplicadas de cursos da graduação e pós-graduação. O LAENT também serve como ambiente de apoio na execução de projetos que envolvem insetos. Existe no laboratório, uma coleção de insetos com exemplares de várias ordens: coleoptera (besouros), lepidoptera (borboletas e mariposas), hymenoptera (formigas e abelhas), homóptera (cigarrinhas, pulgões e cochonilhas), hemíptera (percevejos e barbeiros), orthoptera (grilos e gafanhotos), odonata (libélulas) dentre outras.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Entomologia e Controle

Biológico (LACOB)

LACOB desenvolve atividades de pesquisa com insetos e ácaros na área de controle biológico de pragas que atacam as principais culturas agrícolas do país.

 

O laboratório fornece a infraestrutura necessária para execução de projetos de alunos de graduação e pós-graduação do curso de Agronomia na área de controle biológico. Algumas atividades realizadas são o reconhecimento de aspectos morfológicos e fisiológicos de insetos e ácaros voltados principalmente para pulgões e parasitoides e a montagem de ensaios utilizando silício com avaliação da indução de resistência à insetos, gerada por este elemento nas culturas. E tem como principais Linhas de Trabalho os estudos de Controle biológico de pulgões (Hemiptera: Aphididae) com parasitoides Hymenoptera: Braconidae, Aphidiinae) e de Resistência de plantas induzida pelo Silício

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Fertilizantes (LAFER)

O Laboratório é referência em análise de silício em fertilizantes, escórias, solo, material vegetal e orgânico, teste de incubação e teste de remineralizador de solo.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Fitopatologia (LAFIP)

 O LAFIP oferece à comunidade acadêmica dos Cursos de Agronomia e Engenharia Ambiental e Sanitária a estrutura necessária para a oferta de disciplinas e projetos relacionadas às áreas de Microbiologia e Fitopatologia. As principais linhas de Trabalho são prover a infraestrutura necessária para o ensino de qualidade, viabilizando aulas práticas e apoiar projetos de pesquisa cujas execuções dependam do uso de microscópios e/ou lupas estereoscópicas.

 

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Virologia Vegetal

(LAVIV)

O LAVIV é dedicado ao estudo da genômica de vírus de plantas por meio de ferramentas computacionais e a bioinformática. Assim, as pesquisas conduzidas no laboratório têm contribuído amplamente na geração de conhecimento a partir de genomas de diferentes grupos virais. Nas principais linhas de Trabalho estão:

 

-Quantificação da contribuição no mecanismo evolutivo de recombinação para a variabilidade genética viral; Análise da estrutura genética de populações virais; Caracterização do processo de diversificação viral por meio da reconstrução da história filogenética; Caracterização molecular de novas espécies de vírus.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Fitotecnia (LAFITO)

Atua no desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de Fitotecnia. As análises realizadas nesse laboratório envolvem variáveis de crescimento e desenvolvimento das plantas, bem como, a preparação de material para instalação de experimentos, avaliações de material vegetal oriundo do campo e extração de óleo essencial no caso de plantas aromáticas.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Irrigação e Drenagem

(LABIR)

O LABIR atua na área de Irrigação e Drenagem e desenvolve atividades em laboratório e a campo no Setor de Irrigação localizado na Fazenda do Glória. O grande destaque do Setor é o “Jardim das Palmeiras” que foi iniciado em 2000 e conta com mais de 1200 exemplares de palmeiras nativas e exóticas. O laboratório dá suporte ao ensino e pesquisa realizados nos cursos de graduação e pós-graduação na área de Ciências Agrárias e também assiste estudantes de pós-graduação do curso de Artes que utilizam o Jardim das Palmeiras como fonte de produção artística. O Setor de Irrigação conta com uma casa de bombas, reservatório de água, lisímetros de drenagem em cafeeiro e pastagem, lisímetro para determinação da evapotranspiração de referência (ET0) e diferentes sistemas de irrigação: gotejamento, microaspersão, aspersão e pivô central. As espécies Verschaffeltia splendida e Coripha umbraculifera são exemplos de destaques da coleção de palmeiras do Jardim.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de Manejo

e

Conservação do Solo

(LAMAS)

Especializado em atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de manejo e conservação do solo e da água. O laboratório presta serviço em determinações físicas do solo para fins agrícolas e ambientais.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Mecanização Agrícola

(LAMEC)

 O LAMEC iniciou suas atividades em 2005. O objetivo do LAMEC é propiciar condições básicas para atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de Mecanização Agrícola e Tecnologia de Aplicação de Produtos Fitossanitários e Agroquímicos em geral. As atividades desenvolvidas no LAMEC envolvem aulas práticas das disciplinas Mecanização Agrícola e Tecnologia de Aplicação de Agroquímicos dos cursos de Graduação e Pós-Graduação em Agronomia, além de atividades de pesquisa e extensão. Na área de Tecnologia de Aplicação, avaliamos propriedades físico-químicas de caldas, análise de adjuvantes, deposição e deriva de pulverizações, qualidade de equipamentos, dentre outras. Na área de Mecanização Agrícola, realizamos ensaios de máquinas e trabalhos na área de agricultura de precisão, com foco em imagens e sensores.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Melhoramento de

Plantas

(LAMEP)

LAMEP desenvolve atividades voltadas ao Melhoramento de Plantas visando avaliar, caracterizar e selecionar genótipos de plantas superiores, principalmente para algodão e soja. As atividades realizadas no LAMEP envolvem aulas práticas e o auxílio a graduandos e pós-graduandos do curso de Agronomia em projetos de pesquisa na área do melhoramento de plantas. No laboratório realizamos a separação de amostras, limpeza e contagem de sementes, preparação de material para semeadura, desligamento das sementes. Em campo avaliamos as características morfológicas e agronômicas das culturas como o ciclo vegetativo, porte e ramificação da planta, tamanho e forma da folha; morfologia da flor, produtividade de grãos, altura da planta, altura de inserção da primeira vagem, resistência ao acamamento etc. Ênfase nos estudos de Melhoramento da cultura do algodão e soja

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Micologia e Proteção de

Plantas (LAMIP)

Especializado na realização de laudos técnicos, análises e consultorias visando realizar diagnose e manejo de doenças de plantas (com ênfase aos fungos). O laboratório também realiza trabalhos na área de fermentação alcóolica com produtos naturais  (fármacos fitoquímicos), visando o controle da infecção bacteriana e fúngica do mosto e melhoria da produção etanólica.

 Campus Umuarama

Uberlândia/ MG

Laboratório de

Microbiologia Agrícola e

Ambiental (LAMAA)

Especializado em realizar análises de atributos bioquímicos e microbianos para atender as demandas de sistemas agrícolas na região do Triângulo Mineiro e Centro Oeste do Brasil. Atua na realização das seguintes análises: atividade microbiana; carbono e nitrogênio da biomassa microbiana; enzimas do solo; ensaios de micro-organismos promotores de crescimento de plantas, análise de inoculantes e decomposição e mineralização de resíduos orgânicos; Micorrizas arbusculares.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Nematologia (LANEM)

O Laboratório de Nematologia do Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Uberlândia está sob a coordenação técnica da Professora Titular Maria Amelia dos Santos e com a condução de atividades laboratoriais realizadas pelo técnico Guilherme Nunes Moreira Costa. Realizamos as atividades técnicas para a condução das aulas práticas da disciplina Nematologia Agrícola, de ensaios no laboratório, casa de vegetação e campo, e de análises nematológicas para a comunidade externa à UFU.

As linhas de trabalho passam por:

- Caracterização de hospedabilidade de genótipos de diversas espécies vegetais a diferentes espécies de fitonematoides.

- Ensaios em campo para avaliação de opções de medidas de controle para fitonematoides em culturas anuais ou perenes.

- Diagnose de doenças de plantas causadas por fitonematoides.

Como atividades de ensino temos: Graduação: aulas práticas; monitoria, iniciação científica, trabalho de conclusão de curso (TCC), treinamentos em atividades laboratoriais. Pós-Graduação: aulas práticas no mestrado e doutorado

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Pedologia (LAPED)

 O LAPED exerce importante suporte ao ensino e pesquisa na área Gênese, Morfologia e Classificação dos solos para alunos dos cursos de Agronomia e Engenharia Ambiental.

No laboratório são ministradas aulas práticas para disciplinas ligadas a Ciência do Solo com determinação dos níveis de nutrientes e elementos tóxicos, estudos da dinâmica dos minerais e frações orgânicas, composição mineralógica dos solos, e outras práticas ligadas à qualidade do solo e da água. E desenvolve-se as Linhas de Trabalho. Equilíbrio químico dos minerais no solo; Gênese dos solos; Potenciais de uso e fragilidades ambientais dos solos do Cerrado

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Sementes (LASEM)

Laboratório de pesquisas e análise de rotina com sementes.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Sementes Florestais

(LASEF)

 O LASEF se dedica à produção e refinamento de tecnologias para análise de espécies madeireiras e não madeireiras nativas do Brasil, com ênfase na estatística aplicada a sementes florestais e medidas de germinação.

O laboratório dá suporte a atividades de pesquisa desenvolvidas por alunos de graduação e pós-graduação do curso de Agronomia na área de experimentação agrícola. Além disso, realizamos processos de validação de testes laboratoriais de germinação de sementes florestais utilizando modelos lineares generalizados e geoestatística. Em que as principais Linhas de Trabalho são Estatística e Experimentação Agrícola e Análise de sementes florestais

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Silvicultura (LASIL)

 O LASIL tem como objetivo fornecer a alunos de graduação e pós-graduação e também à comunidade externa informações concretas sobre os tratos culturais e silviculturais que promoverão o melhor crescimento das plantações florestais. A análise do crescimento de plantações florestais e a avaliação da sanidade de florestas plantadas são nossos principais eixos de trabalho.

Em casas de vegetação ligadas ao laboratório, avaliamos periodicamente o crescimento das árvores (seringueira, eucalipto, teca etc.) a fim de fazer projeções de produtividade, bem como recomendar tratos culturais e silviculturais que assegurarão a qualidade do produto florestal almejado. Para avaliar as condições fitossanitárias dos povoamentos florestais a equipe do laboratório realiza visitas a campo para coletar, isolar, identificar e avaliar microrganismos causadores de doenças, indicando o manejo adequado para cada situação.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de Análise de

Solos e Calcários

(LABAS)

Especializado na realização de análises química de solo e planta. Atua na prestação de serviço em análises químicas do solo para avaliação da fertilidade; Prestação de serviço em análises químicas de planta para o diagnóstico do estado nutricional.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório Silício na

Agricultura (LASIA)

Este laboratório é referência em análise de silício em fertilizantes e plantas.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de Ensino em

Sementes (LAESE)

Ensino em Sementes destinado às aulas de graduação e pós-graduação, pesquisa e extensão.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Climatologia e

Meteorologia

Ambiental (CLIMA)

Especializado em estudos climatológicos e meteorológicos aplicados ao meio ambiente e agricultura. Dispõe de três estações meteorológicas automáticas instaladas nas Fazendas Experimentais Água Limpa, Capim Branco e Glória, sendo responsável pelo monitoramento das estações e tratamento dos dados climatológicos.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Hidrologia (HIDRO)

Atua na gestão de estações fluviométricas e pluviométricas da UFU, implantadas na região. Desenvolvendo ações de ensino, pesquisa e extensão nas áreas de Hidrologia, Hidrometeorologia, Engenharia de Recursos Hídricos, Drenagem e desenvolvimento de tecnologias afins, voltadas para o bioma Cerrado, de forma social e ambientalmente sustentável.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Microbiologia

Ambiental

(LAMIC)

Especializado no desenvolvimento de atividades na área de Microbiologia do Solo, Microbiologia Agrícola e Microbiologia Ambiental. Realiza análises que envolvem crescimento e contagem microbiana em meios de cultivo; coloração e contagem de células microbianas; extração de enzimas microbianas e sua aplicação em processos tecnológicos; análises do ambiente: respirometria do solo; demanda química e bioquímica de oxigênio; análise de colonização micorrízica, contagem de esporos de fungos micorrízicos arbusculares e seleção de micro-organismos degradadores de poluentes orgânicos.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Qualidade Ambiental

(LAQUA)

O Laboratório desenvolve trabalhos relacionados à qualidade da água, química do solo e química ambiental. Realiza análises de parâmetros físico-químicos da água e sedimento visando o diagnóstico de áreas contaminadas/poluídas; análises de poluentes, metais pesados em diversas amostras (água, sedimento, solo, tecido vegetal, tecido animal) através da técnica de espectrometria de emissão atômica por plasma; análise da caracterização de águas residuais e o impacto desses na água; análise de parâmetros indicadores de qualidade de águas superficiais e subsuperficiais.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Tecnologia Ambiental

(LATEC)

O Laboratório de Tecnologia Ambiental auxilia o desenvolvimento e execução de projetos na esfera ambiental.  Busca produzir e disseminar as ciências, as tecnologias, as inovações, as culturas e as artes, com sustentabilidade. Dessa forma, atua no suporte em infraestrutura material e pessoal para a efetivação de projetos que exijam, por exemplo, construção e instalação de equipamentos, tanto em laboratório quanto em campo, instrumentação para o desenvolvimento e avaliação dos experimentos.

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Campo Demonstrativo do Glória (CADEM)

O CADEM foi criado em 2016 e é um laboratório a campo. Tem o foco de fornecer a infraestrutura necessária para a realização de aulas práticas de forma complementar às disciplinas ministradas no curso de graduação em Agronomia e também infraestrutura para eventos abertos à comunidade interna e externa da UFU, os chamados “Dias de Campo”. O laboratório possui cerca de dois hectares e conta com duas casas de vegetação, um contêiner, depósito de materiais e depósito de apoio para alunos e servidores. A área é dividida em quadras que contemplam algumas disciplinas como: Milho e Plantas Daninhas, Melhoramento de Plantas, Fruticultura, Solos e Nutrição de Plantas, Extensão Rural e as Culturas da Cana, Arroz e Trigo. Linhas de Trabalho: Prover infraestrutura necessária para o ensino prático de qualidade; Local para realização de eventos voltados a extensão. Atividades de Ensino: Graduação: (GAG054) Plantas daninhas; (GAG062) Fruticultura; (GAG052) Cultura da Cana de Açúcar; (GAG046) Melhoramento de Plantas; (GAG027) Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos; (GAG058) Extensão e Comunicação Rural; (GAG066) Sistemas de Cultivo; (GAG035) Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas.

Campus Glória

Uberlândia/MG

Laboratório de Análise de

Sementes e

Recursos Genéticos

(LAGEN)

Laboratório especializado em atender diversas atividades relacionadas com análises físicas, fisiológicas, genéticas e sanitárias de sementes.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Botânica (LABOT)

Especializado em estudos relacionados à botânica.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Ciência do

Solo (LCSOL)

O laboratório possui diversos equipamentos que possibilitam a caracterização química de solos, plantas, fertilizantes e corretivos. Possui equipes especializadas que desenvolvem trabalhos de pesquisa e extensão relacionados com a Nutrição de Plantas e com a Fertilidade, Mineralogia e Química do Solo.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Engenharia de Água e solo (ENGAS)

Laboratório especializado no desenvolvimento tecnológico de cultivos irrigados e impacto sobre recursos naturais no que se refere ao dimensionamento, gerenciamento de recursos hídricos. As ações de extensão estão relacionadas ao desenvolvimento de projetos nas áreas de quantificação da demanda hídrica de cultivos e coberturas naturais, estudo de métodos adequados para o manejo da irrigação, melhorias na eficiência no uso da água, energia e insumos, bem como na realização de análises básicas de qualidade de água e resíduos líquidos.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Entomologia (LABEN)

Especializado em pesquisas voltadas para o Manejo Integrado de Pragas e a interação com produtores para o diagnóstico e soluções de problemas relacionados com pragas agrícolas na região.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Genética,

Bioquímica e

Biotecnologia (LAGEB)

Especializado no desenvolvimento de análises bioquímicas e genéticas de interesse agrícola, florestal e ambiental.

 

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Manejo e

Conservação do Solo e da Água (LAMASA)

Desenvolve estudos e análises relacionados aos conceitos básicos de manejo e conservação dos solos e da água, dentro do conceito de sustentabilidade agropecuária, e sua relação aos atributos físicos, químicos e biológicos e do manejo e conservação dos solos tropicais.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Máquinas e Mecanização

(LAMM)

O laboratório desenvolve trabalhos de pesquisa da graduação e pós-graduação e atividades de extensão. Especializado na área de concentração de máquinas e mecanização, de forma abrangente e, mais especificamente, ensaios, ergonomia e segurança de máquinas agrícolas e florestais; e tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários, mantendo a interdisciplinaridade com outras áreas que envolvam a pesquisa.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Microbiologia e

Fitopatologia (LAMIF)

Especializado em pesquisas relacionadas à seleção de microrganismos para promoção do crescimento de plantas, biofertilizantes e controle biológico de pragas, fitopatógenos e plantas daninhas; e no desenvolvimento de métodos de produção massal e formulação de fungos e bactérias.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Práticas

Biológicas (LBIO)

O laboratório dispõe de diversos recursos didáticos e tecnológicos para o ensino prático da disciplina de Biologia Celular e Tecidual. São realizadas atividades de experimentação científica relacionadas a identificação de células e tecidos e, processos bioquímicos e fisiológicos associados à estrutura, desenvolvimento e reprodução dos animais e vegetais.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Química

(LABQ)

Laboratório de análises químicas aplicadas a área das ciências agrárias.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório Multiuso

de

Ensino em Fitotecnia

(LAFIT)

Laboratório especializado em desenvolver tecnologias que possam aprimorar os sistemas de produção agrícolas. Diz respeito a todo e qualquer tipo de aplicação de tecnologias nos cultivos agrícolas. Atua nas seguintes áreas: produção de sementes, semeadura, espaçamento de plantio, tratos culturais, irrigação, adubação, colheita, pós-colheita e armazenamento.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Centro de Excelência em

Mecanização

Agrícola (CEMA)

O Centro de Excelência em Mecanização Agrícola (CEMA) tem como função dar suporte estrutural para pesquisas direcionadas a avaliação e aperfeiçoamento da qualidade das operações mecanizadas; com destaque, para aquelas relacionadas à tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Anatomia

da Madeira (LAMAD)

Desenvolve estudos e trabalhos relacionados às seguintes áreas: Anatomia da Madeira; Física e Mecânica da madeira; Produtos Florestais e Dendrologia.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Climatologia e Recursos Hídricos (LCRH)

Laboratório especializado em estudos climatológicos e de gestão de recursos hídricos.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Dendrometria e Inventário

(LADIN)

Especializado em trabalhos e estudos relacionados à dendrometria e inventário florestal. São realizados treinamentos de medição e levantamento de variáveis em povoamentos florestais, análise e processamento de dados em planilhas eletrônicas, análise estatística do inventário florestal e temas diversos vinculados às disciplinas mencionadas. No LADIN ainda são ofertados cursos, minicursos e capacitações, vinculados a temas da área de Mensuração e Manejo Florestal.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Ecologia e Manejo da Fauna

(LEMAF)

Laboratório especializado nas áreas de manejo, ecologia e conservação da fauna silvestre. Seu propósito é formar profissionais especializados nestas áreas, gerar conhecimento científico e realizar ações de educação ambiental, ligando universidade e sociedade civil. Fornece suporte as disciplinas de Manejo e Conservação da Fauna do curso de graduação em Engenharia Florestal e da pós-graduação em Qualidade Ambiental. As principais linhas de trabalho são: Gestão de Fauna Silvestre em unidades de Conservação e em ambientes agroflorestais; Conservação de Espécies ameaçadas e Gestão de Conflitos com a Fauna Silvestre.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Entomologia Florestal

(LAENF)

O laboratório é especializado nas áreas da Entomologia Geral e florestal, bem como, no manejo integrado de pragas. Conta com uma coleção de insetos de importância florestal.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Física do

Solo (LAFIS)

Especializado no desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de física, manejo e conservação do solo e da água.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Manejo

Florestal (LAMAF)

Laboratório especializado no desenvolvimento de trabalhos nas seguintes áreas: Experimentação e Inferências Estatísticas; Dendrometria; Inventário Florestal; Administração e Economia de Recursos Florestais; Avaliação e Perícias Rurais; Manejo de Florestas Nativas e Plantadas.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Patologia Florestal

(LAPAF)

O Laboratório de Patologia Florestal atenderá a três disciplinas oferecidas pelo curso de Engenharia Florestal, a partir do quinto período do curso (Tabela 8). Essas disciplinas contêm carga horária teórica e prática e serão ofertadas em todos os semestres, a partir do segundo semestre letivo de 2017, aos 40 potenciais ingressantes semestrais do curso de Engenharia Florestal, UFU – campus Monte Carmelo. A depender da existência de vagas, os discentes de outros cursos ofertados no campus Monte Carmelo também poderão se matricular nestes componentes curriculares.

Disciplinas atendidas na estrutura do Laboratório de Patologia Florestal.

Código Disciplina CHT¹ CHP² Período Ofertado Natureza

ICIAG32503 Fitopatologia Geral 30 15 5 Obrigatória

ICIAG32605 Patologia Florestal 30 15 6 Obrigatória

GAG568 Sanidade de Sementes 15 30 - Optativa

Carga Horária Teórica; Carga Horária Prática.

Além de atividades de ensino relacionadas as disciplinas citadas, este espaço atenderá as demandas de pesquisas no âmbito da graduação, promovendo a produção de conhecimento às enfermidades que causam problemas em espécies florestais nativas e também em espécies exóticas.

Atualmente, ele funciona dentro de Laboratório de Microbiologia e Fitopatologia - LAMIF

 

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Proteção

Florestal (LPF)

 Laboratório especializado em desenvolver tecnologias que possam aprimorar os sistemas de proteção e produção agrícolas.As atividades deste laboratório estão provisoriamente sendo efetuadas no LAFIT, portanto o portifólio que o LAFIT possui, está incluído as atividades da área de proteção. 

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Recursos

Genéticos Florestais e

Biotecnologia (LAGEF)

O laboratório tem suas atividades didáticas desenvolvidas nas disciplinas de Genética, Bioquímica e Biotecnologia vegetal, atendendo alunos dos cursos de Engenharia Florestal e Agronomia. Atualmente o grupo está focado em análises de bioinformática em microrganismos de interesse agropecuário.

Estamos criando um Núcleo de Estudos em Microbiologia e Bioinformática. O objetivo do grupo é estudar microrganismos do ponto de vista genético e evolutivo, incluindo suas possíveis relações entre eles e com outros organismos. O foco do grupo se baseia em análises de bioinformática, utilizando diferentes métodos com objetivo exploratório experimental. Dos estudos básicos pode-se também encontrar orientações para possíveis aplicações e experimentos.  Principais Linhas de trabalho: Análise e prospecção de fagos e Análise de genoma de Mycoplasma.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Sementes

Florestais (LAMSF)

O LAMSF foi criado em 2020 pela junção do laboratório de sementes florestais com o laboratório de melhoramento florestal. O laboratório tem como objetivo principal desenvolver pesquisas e atividades de extensão na área sementes, mudas e melhoramento de espécies florestais para o estabelecimento de florestas de produção mais produtivas e sustentáveis, além de subsidiar projetos de reflorestamento visando a conservação dos recursos genéticos.

Atuamos na promoção de ações de ensino, pesquisa e extensão por meio de aulas práticas e análises laboratoriais (sementes, mudas, variabilidade genética) de espécies florestais nativas e exóticas. As principais linhas de trabalho: Análise físicas e fisiológicas de sementes florestais para fins de pesquisa e extensão; Produção de mudas de espécies florestais; Conservação genética de espécies florestais; Melhoramento Florestal e Extensão florestal na produção de sementes e mudas de espécies florestais.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Tecnologia de Produtos

Florestais (TPF)

 O Laboratório de tecnologia de produtos florestais (TPF) foi criado para atender as demandas do curso de Engenharia Florestal. Somos três docentes e uma técnica, desempenhamos atividades de ensino, pesquisa e extensão visando o melhor aproveitamento dos recursos florestais, sejam eles de origem nativa ou de florestas plantadas.

O laboratório possui equipamentos para caracterização de produtos florestais madeireiros e não madeireiros. Entre as análises que podem ser realizadas, é possível destacar:

Densidade básica da madeira; Inchamento e contração da madeira; Propriedades mecânicas da madeira; Caracterização química da madeira; Avaliação da secagem da madeira; Avaliação da qualidade de toras para desdobro; Extração de óleos essenciais; Carbonização da madeira; Análise imediata do carvão e madeira; Densidade do carvão vegetal. E as principais Linhas de trabalho: Energia da biomassa; Produtos florestais não madeireiros do Cerrado; Química da madeira; Propriedades físicas e mecânicas da madeira; Secagem da madeira; Qualidade da madeira;

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de Zoologia

(LAZOO)

 LAZOO – É o Laboratório de Zoologia tem como principal missão o ensino de disciplinas de graduação pertencentes ou afins a área de Zoologia.

O laboratório atende aos cursos de Engenharia Florestal e Agronomia do Campus de Monte Carmelo desenvolvendo a compreensão das características tais como a estrutura, a fisiologia, evolução e o comportamento dos seres vivos. Desenvolve pesquisas relacionadas a parasitos de animais silvestres, biologia e conservação de anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Em que as principais Linhas de trabalho: Taxonomia e Sistemática de Nematoda parasitos de animais; Taxonomia e Sistemática de Anfíbios e Répteis; Biologia da Conservação; Educação Ambiental

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Humanização (LABHU)

A espécie humana tem mais de 300 mil anos de aprimoramento e às vezes não sabemos usar isso a nosso favor. Há uma série de sabedorias milenares que podem ser combinadas com ciências inovadoras para dar origem a novas tecnologias humanas. O LABORATÓRIO DE HUMANIZAÇÃO foi criado em plena pandemia (22/04/2021) pelo Conselho Instituto de Ciências Agrárias da UFU - Universidade Federal de Uberlândia | | Monte Carmelo, com 13 votos a favor e nenhum contra. O propósito do LABHU é criar possibilidades de integração entre comunidade, pessoas, empresas e universidades para criação de novas tecnologias humanas.

O laboratório é vinculado ao curso de Engenharia Florestal, mas tem como foco atender todo os cursos do campus de Monte Carmelo, desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Atualmente o laboratório tem alguns projetos-piloto:

1) Podcast UFU Monte Carmelo - Um ritual de valorização da história de vida das pessoas que fazem parte do ecossistema UFU e comunidade regional e nessa primeira fase conta a história dos Professores.

2) Autoconhecimento profissional (Aplicação do método de análise corporal OCE para direcionamento da carreira), atualmente atendendo o Grupo PET Agronomia Monte Carmelo e a Empresa Júnior Reforest;

3) Design de Rituais (Construção de rituais para valorizar pessoas, causas e culturas);

4) POA – Projeto de Orientação Acadêmica – Professores do curso de Agronomia atuam como consultores acadêmicos dos alunos e dúvidas relacionadas à UFU, a estágios, projetos, oficinas, disciplina optativas e sobre futuro na profissão serão discutidas de forma técnica em reuniões individuais;

 5) Projeto “Papo Cabeça” – Discussão de assuntos relacionados a autoconhecimento com os alunos do PET - Grupo PET Agronomia Monte Carmelo.

Linhas de trabalho:Humanização; Analise corporal e comportamental; Autoconhecimento Profissional;Orientação Acadêmica; Design de Rituais (Construção de rituais para valorizar pessoas, causas e culturas);

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Laboratório de

Fruticultura (LAFRU)

Estação experimental especializada no desenvolvimento de pesquisas e técnicas relacionadas a produção de frutíferas

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Leguminosas (LALEG)

Estação experimental especializada no desenvolvimento de pesquisas e técnicas relacionadas a produção de leguminosas

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de Defensivos Agrícolas (LADEF)

Desenvolve pesquisas e trabalhos relacionados à tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas destinados ao controle das principais doenças e pragas que assolam as culturas

de interesse agronômico

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Melhoramento de Soja

(LAMSO)

Campo experimental de estudos relacionados a cultura da soja, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento de novas variedades

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de Pesquisa do Algodoeiro (LAPEA)

Campo experimental onde são desenvolvidas pesquisas com a cultura do algodão

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de Cafeicultura (LACAF)

Campo experimental de estudos relacionados a cultura do café

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de

Germoplasma (LAGER)

Campo experimental para manutenção de germoplasma de culturas e plantas de interesse

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de Irrigação

(LABRI2)

Campo experimental para estudos relacionados à irrigação

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Laboratório de Olericultura (LAOLE)

Campo experimental que desenvolve estudos e trabalhos relacionados às hortaliças

Campus Umuarama

Uberlândia/MG

Campo Demonstrativo e

Experimental (CADEX)

O CADEX é um laboratório à campo aberto, que ocupa uma área aproximada de 10 hectares. Sua função é atender as demandas de docentes, técnicos e discentes no que

concerne às atividades de campo de ensino, extensão e pesquisa.

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Estação Experimental de

Hortaliças (HORTA)

Estação experimental de hortaliças onde são desenvolvidos vários projetos que visam resistência aos estresses bióticos e abióticos em hortaliças

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Viveiro Florestal

Viveiro especializado na produção de mudas de espécies florestais

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

CIEPS

Sede do Centro de Incubação de Empreendimentos Populares e Solidários em Monte Carmelo

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Campo Experimental e Laboratório de Agroecologia e sementes crioulas (CAESC)

Campo experimental de sistema agroecológico e de manutenção de sementes crioulas e desenvolvimento das atividades do núcleo de Agroecologia do Cerrado Mineiro (NACEM)

Campus Monte

Carmelo

Monte Carmelo/MG

Campo Experimental de

uso e validação de insumos sustentáveis (CAVIS)

Campo Experimental para experimentação e demonstração de insumos agropecuários sustentáveis

Campus Glória/

Uberlândia/MG

 

FORMAS DE VINCULAÇÃO ESTUDANTIL E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Vinculação Estudantil:1

As atividades de Extensão realizadas pelos discentes do ICIAG podem ocorrer com vinculação direta e indireta.

Vinculação Direta: Entende-se por vinculação direta ações em que os discentes participam em conjunto com os coordenadores do projeto das ações de planejamento, organização, desenvolvimento e execução de forma participativa. Atuando nas esferas da concepção, desenvolvimento e execução prática e direta dos programas ou projetos de extensão. Permitindo uma vivencia ativa que busque contemplar em seus projetos dentro do curso uma articulação necessária para realizar a ligação entre o ensino e as atividades de extensão, promovendo a formação da sociedade e a melhoria na formação dos estudantes. Atuação como protagonista e ser atuante dentro dos programas/projetos. As vinculações diretas permitem a possibilidade de reconhecimento pelos componentes curriculares de extensão.

Participação Voluntária – quando não há disponibilização de recursos financeiros para os participantes;

Participação como Bolsista - Bolsa de extensão é um auxílio financeiro concedido pela universidade/parceiro ao aluno de graduação vinculado a um projeto de extensão, orientado e acompanhado por um professor da carreira do magistério e técnicos administrativos no efetivo exercício de suas funções. A bolsa tem por objetivo viabilizar e apoiar a participação de alunos regulares de Cursos de Graduação no processo de interação entre a universidade e a sociedade, através de atividades acadêmicas que contribuam para a sua formação profissional e para o exercício da cidadania que atendam a política de extensão da UFU.

Vinculação indireta: Entende-se por vinculação indireta aquelas em que os discentes são meros participantes das ações de extensão. Ou seja, ouvintes de palestras, cursos, sem atuação nas concepções da ação. Apesar de importantes pela promoção de ações de socialização e de compartilhamento de saberes produzidos, estas só poderão aproveitadas como atividades complementares nos PPC dos cursos. 

Podem ser consideradas, as seguintes modalidades de atividades de extensão:

Programa: conjunto de projetos de extensão ampliado, de caráter institucional, realizados com o mesmo objetivo e sob uma coordenação comum.

Projeto: conjunto de ações processuais contínuas, de caráter educativo, social, cultural, esportivo ou tecnológico, integrado às atividades de ensino e pesquisa, com objetivo específico e prazo determinado.

Curso: conjunto articulado de atividades pedagógicas, de caráter teórico e/ou prático, presencial ou a distância, planejado e organizado de maneira sistemática, com carga horária definida e processo de avaliação formal, reconhecido pela UFU, podendo ser classificado como de iniciação, atualização e classificação profissional. Uma atividade de disseminação de conhecimento.

Oficina: atividade pedagógica de caráter prático que visa a troca de saberes numa perspectiva de interação dialógica. Uma atividade centrada na construção coletiva do conhecimento.

Eventos: organização, promoção ou atuação em uma programação, implicando apresentação pública. Livre ou para clientela específica, de difusão de conhecimento, processo ou produtos culturais, científicos ou tecnológicos, desenvolvida ou reconhecida pela UFU em diferentes modalidades, tais como, fóruns, congressos, seminários, simpósios, musicais, teatro e outros.

Prestação de serviços: atividades de caráter permanente ou eventual, que compreendam a execução ou participação em serviços profissionais e se fundamenta em habilidades e conhecimentos de domínio da Universidade. Considera-se atividade de transferência do conhecimento gerado e instalado na UFU à comunidade, incluindo-se nesse conceito assessorias e consultorias, pesquisas encomendadas e atividades contratadas e financiadas por terceiros (comunidade ou empresa), e caracteriza-se por intangibilidade, inseparabilidade e não resulta na posse de um bem.

Planejamento - Metas e Estratégias:

O conceito de planejamento estratégico se refere a um processo sistêmico que permite definir o melhor caminho a ser seguido por uma organização, para atingir seus objetivos, dentro de um contexto previamente analisado. Isso se faz analisando cenários, definindo metas e ações que permitirão alcançar os objetivos. O planejamento precisa ser um processo participativo, contando com o engajamento de todos, pois as ações de extensão precisam ser previstas, organizadas, registradas e executadas para a validação. O alinhamento entre as expectativas dos atores e da sociedade será um dos fatores para alcançar o sucesso. E a dependência pela articulação de ideias, saberes e ações fazem parte do processo organizacional do plano de extensão (PEX ICIAG).

O uso de estratégias como o Planejamento estratégico poderá trazer benefícios práticos como:

- Organização: a unidade acadêmica organizada passa a ter uma visão mais clara de seus objetivos. Quando estruturado o programa/projeto,  as etapas importantes desde o planejamento começam a ser algo tangível, os objetivos ficam mais definidos e saem  da teoria para possibilitar o atendimento das metas e públicos à serem atingidos.

- Assertividade: assertividade das decisões. Com o planejamento definido, torna-se mais ágil a tomada de decisões, visto que se possui uma clareza das etapas do projeto e se tem uma ideia melhor de onde estamos e aonde se quer chegar.

- Decisão racional: permite que as decisões sejam tomadas de forma mais racional, com base em dados mensurados. Com o sistema de planejamento, se torna mais fácil o acesso às metas que estão sendo atingidas e das que não estão, para criar uma estratégia de como poder cumprí-las.

- Priorização: dá condições para uma melhor priorização de tarefas. É importante ter um cronograma das principais ações a serem tomadas, e assim não perder tempo com algo que pode ser resolvido em outro momento.

- Comprometimento: aumenta o grau de comprometimento da equipe, na medida em que participam do processo e ficam mais engajadas. As pessoas ficam mais engajadas quando conhecem melhor suas atribuições e a importância delas no grupo.

- Estratégia: possibilita ao gestor investir naquilo que é mais estratégico. Sem um planejamento é impossível compreender a importância de cada estratégia para atingir os objetivos desejados.

- Prevenção de problemas: previne problemas, inclusive de relacionamento. Problemas de relacionamento são comuns quando não há comunicação interna e definição de tarefas. Planejar evita que aconteçam mal-entendidos entre as pessoas que fazem parte do grupo.

- Produtividade: dá ganhos de produtividade e qualidade nas entregas. Com suas funções definidas, todas as pessoas da organização podem ter um foco maior em suas atividades, proporcionando um trabalho bem feito.

- Economia: reduz o desperdício e o retrabalho. Quando se tem um planejamento estratégico fica muito mais fácil a compreensão de como o trabalho deve ser feito, evitando erros de procedimentos.

- Otimização do tempo: o planejamento proporciona ganho de tempo. A estratégia é prática e conforme aplicada ela torna mais ágil a execução das atividades da empresa e melhora o rendimento dos                processos.

Etapas do planejamento:

Diagnóstico: reunir a equipe de trabalho e apontar as forças e fraquezas do ambiente interno da universidade e as oportunidades e ameaças do ambiente externo. O grande diferencial das organizações inovadoras é fazer o planejamento estratégico se tornar um hábito, inserido no dia a dia. Para isso, a vinculação de processos de rotina ao mapa estratégico e o acompanhamento diário são indispensáveis:

Analisar o desempenho das metas no ano por objetivo do mapa estratégico;

Verificar o resultado das principais metas;

Comparar o resultado no momento com o histórico do passado;

Definir ações para melhorar os resultados que estão aquém da meta;

Verificar se os principais projetos (planos de ação) estão dentro do prazo;

Avaliar a produtividade geral de trabalho.

Filosofia e diretrizes: definir a Missão, a Visão e os Valores da organização, é extremamente importante. Além dos seus participantes, os próprios colaboradores precisam ter conheci  mento sobre a filosofia da organização. 

Metas e indicadores: definir as metas a serem conquistadas para cumprimento dos respectivos objetivos estratégicos. Criar os indicadores que permitirão o monitoramento das metas. Distribuir as metas e os indicadores para os colaboradores para que cada colaborador tenha consciência da sua responsabilidade e importância.

Projetos e processos: criar os planos de ação que irão viabilizar a conquista dos objetivos estratégicos, com as previsões de datas e os responsáveis. Vinculá-los aos objetivos estratégi  cos e definir uma priorização.

Controle e gestão: realizar reuniões mensais de equipe e avaliar os seus números, o que foi feito e quais serão as próximas prioridades. Redefinir periodicamente, os objetivos estratégicos, as metas e os planos de ação.       

Metas da Extensão para o período de cinco anos

Meta 1 – Curricularização da Extensão no ICIAG

Considerando a Estratégia 12.7 da Meta 12 do Plano Nacional de Educação para o período de cinco anos, que é assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social” – inserção e reformulação dos PPC para atendimento a resolução, tem-se as seguintes estratégias:

Estratégia 1.1: Sensibilização da comunidade universitária da UFU para o cumprimento dessa meta no período de cinco anos, a partir da data de publicação do plano.

Estratégia 1.2: Reunião e discussão de formas de concretização da meta com todos os núcleos docentes estruturantes dos cursos de graduação da UFU.

Estratégia 1.3: Expansão das ações para envolvimento dos campi de atuação do ICIAG e região.

Meta 2 – Expansão da Interiorização da Extensão

Estratégia 2.1: Fortalecimento das ações de extensão, com expansão de atuação para a região do Triangulo Mineiro e Alto Paranaíba, ou seja, Uberlândia, Monte Carmelo e municípios próximos. Ações voltadas para a comunidade externa no formato de cursos, eventos, treinamentos e projetos/programas de extensão.

Estratégia 2.2: Criação de núcleos de extensão para desenvolver programas e efetivar as ações por áreas nos municípios de atuação do ICIAG.

Meta 3 – Modernização da extensão

Estratégia 3.1: Construção de um sistema informatizado para monitoramento e avaliação das ações de extensão.

Estratégia 3.2: Incentivo à publicitação dos resultados alcançados pelas ações de extensão, por meio do site da UFU e de outras mídias.

Estratégia 3.3: Recebimento de relatório e emissão de certificados por meio eletrônico. 

Fomento da Extensão da Unidade:

 Os recursos para as atividades de extensão no ICIAG virão da matriz orçamentária da UFU. Cada atividade de extensão produzida na unidade acadêmica e registrada no SIEX é contabilizada. Então, a diretoria do ICIAG poderá destinar esses recursos para as atividades de extensão.

Nesse sentido, esses recursos poderão ser investidos em Material Permanente/Investimento (mesa, cadeira, computador etc.) e Material de Consumo (transportes (carro/ônibus da UFU), material de escritório etc.).  A cada  ano, a UFU fará a apresentação da planilha orçamentária e o ICIAG fará seu planejamento com base em seus recursos.

A extensão na UFU e no ICIAG tem por princípio incluir a sociedade, tendo por objeto a implantação de um maior número de programas e projetos, e para isso devem ser instituídas parcerias. Entre as parcerias possíveis entende-se que podem ser formalizadas por meio das Parcerias Público-Privadas (PPP), regulamentada pela LEI Nº 11.079, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004, que institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da administração pública. Essas parcerias tem a função e podem ser entendidas como uma ferramenta para um acordo firmado entre administração pública e a iniciativa privada, em que a oferta de empreendimento destinado à fruição direta ou indireta da coletividade, incumbindo-se a iniciativa privada da sua estruturação, financiamento, execução, conservação e operação, durante todo o prazo estipulado para a parceria, e cumprindo ao Poder Público assegurar as condições de exploração e remuneração pelo parceiro privado, nos termos do que for ajustado, e respeitada a parcela de risco assumida por uma e outra das partes.

Nos projetos/programas de Extensão, podem ocorrer parcerias com repasse de recursos financeiros e sem repasses de recursos financeiros.  

Para situações com repasses de recursos financeiros externos, entende-se que quando está previsto o recebimento em espécie (dinheiro) para financiamento das atividades, seja por meio de doação, convênio ou cobrança de taxa de inscrição, torna-se necessário que os recursos sejam geridos por alguma fundação da UFU (FAU, FUNDAP, entre outras). Já quando as doações são entregues com o produto final já pronto, por exemplo, camisetas já confeccionadas, material gráfico finalizado, ou seja, a própria entidade doadora faz a solicitação, compra e confecção dos produtos, nesse caso não é necessário repassar a gestão para a fundação, pois não houve envolvimento do coordenador com dinheiro de terceiros.

Ou seja, as parcerias formais que estão previstas repasses financeiros, devem seguir as recomendações para convênios, contratos de repasse e termos de execução descentralizada pelo simples fato de não existir a possibilidade de transferência de recursos entre os partícipes.

Para situações sem repasses de recursos financeiros deve-se realizar a definição de Acordos de Cooperação que está explícita em peças processuais como o Parecer 15/2013 da Advocacia Geral da União que define o acordo de cooperação como um instrumento jurídico formalizado entre órgãos e entidades da Administração Pública ou entre estes e entidades privadas sem fins lucrativos com o objetivo de firmar interesse de mútua cooperação técnica visando a execução de programas de trabalho, projetos/atividade ou evento de interesse recíproco, da qual não decorra obrigação de repasse de recursos entre os partícipes. Ou seja normalmente, as duas partes fornecem, cada uma, a sua parcela de conhecimento, equipamento, ou até mesmo uma equipe, para que seja alcançado o objetivo acordado, não havendo, contudo, nenhum tipo de repasse financeiro. É comum que esse tipo de cooperação ocorra nos campos técnicos e científicos, com cada partícipe realizando as atividades que foram propostas por meio de seus próprios recursos (conhecimento, técnicas, bens e pessoal).

Entre as tratativas já iniciadas para fomento da extensão está sendo realizado um diálogo com a Prefeitura Municipal de Uberlândia, especificamente com a secretaria municipal de agronegócio, economia e inovação, sobre a possibilidade de parceria/convênio para realização de ações extensionistas, onde a UFU entra com seu corpo técnico e apoio na mão de obra (nossos alunos, docentes e técnicos) e a prefeitura entra com contrapartidas de corpo técnico, e com os recursos (transportes, análises etc.), com o objetivo de conjugação de esforços entre os participes para desenvolvimento de ações conjuntas de interesses convergentes nas áreas das ciências agrárias, ambientais voltados aos interesses da sociedade. E pretende-se estender esse diálogo a outras prefeituras, empresas públicas e privadas, e outros órgãos para fortalecer a extensão no ICIAG.

1- Descrever as formas de vinculação dos estudantes de graduação e de pós-graduação na extensão, incluindo mecanismos de indução que promovam a indissociabilidade de extensão com ensino e pesquisa. Para as Unidades Especiais de Ensino, estas poderão prever a participação de estudantes da educação básica em ações de extensão, conforme abrangência das linhas de extensão e modalidades previstas.

AVALIAÇÃO DA EXTENSÃO NA UNIDADE

Mecanismos de avaliação da extensão na unidade:

Os mecanismos serão propostos para os projetos futuros que possibilitem a geração de relatórios completos de todas as ações realizadas.

Relatórios por período; Relatórios por setor; Relatórios por unidade; Relatórios por curso de graduação e pós-graduação.                    

Fluxo de avaliação:

O fluxo de avaliação será estabelecido no nova resolução da CONGRAD que está em andamento.               

Indicadores de avaliação:

 Os indicadores propostos são:

  1. Número de discentes participantes de cada projeto.

  2. Carga horária de planejamento.

  3. Carga horária da ação.

  4. Público-alvo direto e público-alvo indireto.

  5. Número de parcerias desenvolvidas para cada projeto.

  6. Corpo docente participante.

  7. Corpo técnico participante.

  8. Projetos multidisciplinares.

  9. Quantidade dos projetos interdisciplinar (com indicação de quais áreas foram envolvidas).

  10. Identificação da abrangência da ação (internacional, nacional, estadual, municipal e regional).

  11. Quantidade dos projetos com captação de recursos externos (editais de fomento).

  12. Quantidade dos produtos/serviços gerados a partir da ação.

  13. Número de eventos (curso, oficina, roda de conversa, seminários, feiras).

  14. Quantidade dos projetos de ACE.

                 

PARCERIAS E RELAÇÕES INTERINSTITUCIONAIS

Entidades Parceiras da Unidade

Responsáveis Pela Parceria na Unidade

Emater

Direção do ICIAG

Dmae

Direção do ICIAG

Cooperativas

Direção do ICIAG

Sindicatos Rurais

Direção do ICIAG

Incubadoras

Direção do ICIAG

Associações

Direção do ICIAG

Instituições de Ensino público e privado

Direção do ICIAG

Ong's

Direção do ICIAG

Sebrae

Direção do ICIAG

Empresas de capital privado

Direção do ICIAG

Considerações sobre as Entidades Parceiras

                                                 

 

 

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Extensão nos Projetos Pedagógicos dos Cursos - PPCs:

Atividades Curriculares de Extensão no âmbito dos cursos do ICIAG-UFU

A extensão se destaca como um dos pilares da formação dos profissionais dos cursos do Instituto de Ciências Agrárias da UFU. As diretrizes para a Extensão na Educação Superior no Brasil são estabelecidas pela Resolução Nº 7 do Conselho Nacional de Educação, de 18 de dezembro de 2018. A normativa está prevista na Lei Federal nº 13.005 de 25 de junho de 2014, que trata do Plano Nacional de Educação e são regulamentadas na UFU por meio da Resolução Nº 13/2019, do Conselho de Graduação. 

A curricularização da Extensão nas Instituições de Ensino Superior encontra-se em andamento e dessa forma, para integralização dos Cursos oferecidos pelo ICIAG na UFU, o discente deverá cumprir, uma carga horária mínima em cada curso com Atividades Curriculares de Extensão - ACEs, sendo estas distribuídas ao longo dos períodos em componentes obrigatórios.

A estratégia adotada é assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares, exigidos para a graduação em programas e projetos de Extensão Universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social.

Nesse sentido, por meio da Resolução Nº 25/2019, do Conselho Universitário, a UFU estabeleceu a política de Extensão Universitária.

As ACEs são componentes curriculares obrigatórios, nas quais serão integralizadas as ações extensionistas realizadas pelo discente, sob a orientação de servidores, ao longo do período estudantil. Estas ACEs serão registradas no histórico escolar do discente pela Diretoria de Controle Acadêmico - DIRAC.

As ações extensionistas poderão abranger áreas de cunho educacional, social, cultural, artístico, científico, filosófico, tecnológico, esportivo ou de inovação, de forma integrada às atividades de ensino e pesquisa desenvolvidas pela UFU. O discente poderá desenvolver ações de extensão por meio de projetos, cursos, oficinas, eventos, programas ou prestação de serviços em qualquer época do ano.

As atividades de extensão poderão ser realizadas na UFU, em qualquer unidade acadêmica, ou em outras instituições. Os orientadores serão os coordenadores das respectivas ações. Toda ação extensionista deverá ser obrigatoriamente registrada no Sistema de Informações de Extensão da UFU – SIEX (http://www.siex.proexc.ufu.br/) antes da sua execução, para ser anuída pela Direção do ICIAG e/ou Coordenação de Extensão do ICIAG.

Caso o orientador não pertença ao quadro de servidores da UFU, a atividade deverá ser acompanhada por um servidor da UFU que fará o registro da mesma no SIEX. Uma vez concluída a ação, o discente deverá solicitar a sua convalidação como Atividade Curricular de Extensão, junto às Coordenações dos respectivos cursos.

Embora já existam algumas diretrizes calcadas em resoluções da instituição que tratam da matéria em questão, este processo de formalização das atividades de extensão nos Programas Pedagógicos dos Cursos do ICIAG, encontra-se em construção e têm-se buscado considerar as especificidades de cada curso neste processo.

Neste contexto, muitos aspectos ainda serão definidos e aprimorados com avanços no entendimento e na execução da Extensão Universitária no abrangente campo de atuação dos cursos do ICIAG.

          

Extensão na pós-graduação e inserção social:

Os programas de pós-graduação sempre entregaram no formato de dissertação/tese os resultados das pesquisas desenvolvidas para que a sociedade possa ter acesso a essa informação qualificada. Porém, pelas características dos programas e sua função em desenvolvimento de projetos de pesquisa com elevado impacto para a sociedade sempre teve-se a impressão de que o apelo dos programas estavam mais correlacionados com  a divulgação técnica-científica do que a extensão.

Recentemente houve uma indicação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) de alteração nas diretrizes para a avaliação dos programas de pós-graduação nos documentos de área para valorização de temas como inclusão social, por meio da reflexão que muitos dos problemas/objetivos das pesquisas são intrínsecos às atividades sociais, econômicas e tecnológicas, entre outras e que podem contribuir muito com os questionamentos e necessidades da sociedade.

A grande contribuição para a sociedade está na formação de recursos humanos, que junto aos desenvolvimento de projetos sempre esteve entre as prioridades, podendo ser extendida não só entre seus discentes dos programas de pós-graduação, mas envolvendo outros setores da comunidade com cursos livres, entre outras formações de grupos, inclusive promovendo uma maior interação com a educação superior (graduação) e educação básica.

Dentro das áreas de conhecimento do ICIAG, entende-se que os programas de pós-graduação poderão avançar apresentando uma atuação mais  útil,  dirigida  e  aplicada,  e  também  inclusiva  para  todos  os  atores  da  sociedade e as principais políticas públicas. Em que a atuação para o desenvolvimento ambiental, agropecuário e tecnologico,  em conjunto com as preocupações com a sustentabilidade e avanços tecnológicos aplicados a diferentes setores sejam eles de maior porte, ou menor possam avançar. Além da integração com as demais esferas da educação, por meio de projetos com inclusão social e realização de estágios docencia em ensino técnico, escolas da educação básica e também realizando cursos para cooperativas, associações de produtores, entre outros coletivos, inclusive em vulnerabilidade social.

 

Programa de Pós-graduação em Agronomia (PPGAGRO)

O Programa de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAGRO) iniciou suas atividades com o curso de Mestrado em março de 2000 e o início do curso de Doutorado em março de 2007. Os cursos de Mestrado e Doutorado do PPGAGRO são reconhecidos pela CAPES/MEC com Conceito 5 (Avaliação Quadrienal 2013-2016).  A produção agrícola é o grande movimentador da economia. Neste contexto, tem como seu principal objetivo a formação de recursos humanos capazes de exercer atividades de ensino, pesquisa e extensão como consequência do seu treinamento e aprimoramento científico e formação Stricto Senso.

A missão principal do PPGAGRO é formar mestres e doutores com sólida base teórica, capacidade crítica e inovadora, comprometidos com o desenvolvimento científico e tecnológico e com amadurecimento intelectual para o desenvolvimento sustentável regional, estadual, nacional e internacional.

Há interações com empresas de pesquisa e desenvolvimento públicas e privadas que buscam por parcerias com o PPGAGRO devido à sua notoriedade e sua a localização em uma área estratégica de interligação do Sudeste com o Centro-Oeste (incluindo o Distrito Federal) e Norte do país, pertencente ao estado de Minas Gerais. Conforme acompanhamento nota-se a alta empregabilidade dos egressos dos cursos de mestrado e doutorado, em áreas técnicas, de ensino e de pesquisa nas diversas regiões do Brasil, fato que retrata a qualidade da formação desses profissionais. Internacionalmente, o PPGAGRO contribui para a formação de recursos humanos em países em desenvolvimento, por meio do Programa da Organização dos Estados Americanos (OEA).

 

Indicadores de relevância do PPGAGRO em extensão e inserção social:

Atualmente 40% (10/25) dos docentes permanentes do PPGAGRO participam de projetos de extensão creditados pela UFU ou aprovados por órgãos de fomento público ou privado e o programa apresenta como meta aumentar esse número para 60% nos próximos quatro anos. E envolver mais docentes na popularização do conhecimento científico financiado por órgãos públicos ou privados no próximo quadriênio.

Além disso, 24% (6/25) docentes permanentes participaram como palestrante em eventos científicos nacionais e internacionais e o PPGAGRO tem como meta aumentar esta participação para 35% do corpo docente permanente.

Ainda, 8% (2/25) do corpo docente permanente tem participação em Comissão Municipal, Estadual e Nacional de caráter não acadêmico; 16% (4/25) tem participação em Comitê de Agência de Fomento ou Sociedades Científicas; 8% (2/25) tiveram reconhecimentos e distinções por sua atuação em pesquisa, ensino, extensão no quadriênio em relação ao total de docentes permanentes; 24% (6/25) teve participação como editor e/ou corpo editorial de periódicos nacionais e internacionais; 44% (11/25) teve participação como organizador de evento científico regional, nacional ou internacional em relação ao total de docentes permanentes.

  1.  Desde 2013 o PPGAGRO vem contribuindo para a formação de recursos humanos para outros países da América Latina, recebendo alunos estrangeiros para cursar Mestrado e Doutorado, em modalidade presencial, por meio do Programa de Alianças para a Educação e a Capacitação – PAEC OEA/GCUB (Programa da Organização dos Estados Americanos).

  1. O PPGAGRO contribuiu para à sociedade com a formação de 84 doutores e 397 mestres desde o início do programa até o final do ano de 2020, e com base no acompanhamento dos egressos do PPGAGRO, atualmente 83,1% dos egressos trabalham na área de Agronomia; 31% trabalham com ensino e demais inseridos nas áreas de pesquisa e ensino, com atuação em Universidades e  empresas públicas e privadas.

 

Programa de Pós-graduação em Qualidade Ambiental (PPGMQ)

O programa de pós-graduação em qualidade ambiental (PPGMQ) iniciou suas atividades com o curso de mestrado em março de 2014, reconhecido pela capes/mec com conceito 3 (avaliação quadrienal 2013-2016).Possui 2 linhas de concentração processos ambientais e monitoramento e gestão ambiental.

As Ciências Ambientais é a grande área do programa que foca suas ações no desenvolvimento sustentável e preocupação ambiental garantindo saberes para que a sociedade possa usufruir dos recursos naturais com qualidade. O principal objetivo é formar recursos humanos de alto nível voltados para o ensino e pesquisa e com visão acadêmico-profissional abrangente na área de ciências ambientais, contemplando a interação e interlocução entre diferentes áreas do conhecimento. Integrar a ciências ambientais na instituição e sociedade com capacidade de problematizar e intervir com alternativas inovadoras na realidade de maneira cooperativa, no âmbito de inserção local, regional, nacional e internacional.

A missão principal do PPGMQ é formar profissionais com alto grau de domínio técnico e científico, com habilidade de analisar, decidir, avaliar e planejar as diversas situações relacionadas ao meio ambiente, ao desenvolvimento sustentável e à preservação da biodiversidade.

Além disso, o programa já formou diversos profissionais atuantes em diversas autarquias federais, estaduais e municipais que desenvolver por meio de seus saberes politicas públicas, atuações e regulamentações para contribuir com o meio ambiente nas mais distintas áreas como recursos hídricos, proteção da fauna e flora, tratamento de efluentes, manejo sustentável de solo e água, entre outras. Há interações com muitas empresas de pesquisa e desenvolvimento públicas e privadas que já desenvolveu projetos com dados da Amazonia Legal, Cerrado, Pantanal, abrangendo biomas Nacionais e também com dados de estação metereológica da Bolívia, que sofre influência do Brasil, que deve desenvolver seu papel de influencia mundial em ações ambientais.

Internacionalmente, o PPGMQ contribui para a formação de recursos humanos em países em desenvolvimento, por meio do intercambio com países da Africa já recebendo ao menos 2 estudantes desse continente e também já recebeu em disciplinas alunos da Europa e diversos estados Brasileiros sendo seu papel de formação não só regional, mas nacional.

 

Indicadores de relevância do PPGMQ em extensão e inserção social:

  1. O PPGMQ contribuiu para à sociedade com a formação de aproximadamente 100 mestres desde o início do programa até o final do ano de 2021, e com base no acompanhamento dos egressos do PPGMQ, os estudantes estão com alta empregabilidade, e aqueles que seguiram os estudos em outras instituições ingressaram em cursos da UFLA, UFV, USP, UNESP, UNICAMP, entre outras. 

  2. Atualmente mais de 50% dos docentes do PPGMQ participam de projetos de extensão creditados pela UFU ou aprovados por órgãos de fomento público ou privado e o programa pretende aumentar esse número para 100%, assim como aumentar a popularização do conhecimento Científico e dos objetivos do desenvolvimento sustentável.

  3. Entre os programas de extensão do PPGMQ encontram-se EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O CONSUMO SUSTENTÁVEL: USO DA PEGADA ECOLÓGICA COMO RECURSO DIDÁTICO (registro SIEX 21381); Vídeos curtos para inclusão da sociedade nas pesquisas em Qualidade Ambiental: Vamos entender as pesquisas em Qualidade Ambiental? (Registro SIEX 21664); Qualidade Ambiental e sua correlação com estudos ambientais, saúde e educação na perspectiva atual. (Registro Siex 21697); Extensão em Qualidade Ambiental: Educação e Perspectivas Sustentáveis (Registro Siex 24369); entre outros.

 

Programa de Pós-graduação em Agricultura e informações Geoespaciais (PPGAIG)

O Programa de Pós-Graduação em Agricultura e Informações Geoespaciais (PPGAIG) iniciou suas atividades com o curso de Mestrado em março de 2019 e reconhecido pela CAPES/MEC com Conceito A (Avaliação Quadrienal 2013-2016). Possui 2 linhas de pesquisa: Sistemas integrados de produção vegetal e desenvolvimento e aplicações de métodos em informações geoespaciais.

O programa está alocado na grande área Interdisciplinar que foca suas ações na agricultura moderna que tem buscado cada vez mais atingir a sustentabilidade econômica, social e ambiental e isso exige que os empreendimentos agrícolas privilegiem práticas agrícolas que visem maximizar a produtividade com o mínimo custo e esforço humano e com o menor impacto ambiental possível. Para atender a esse fim, as soluções tecnológicas agregadas ao longo do desenvolvimento da agricultura permitem explicar cientificamente as variabilidades observadas e oferecem alternativas para a gestão localizada das culturas agrícolas com maior precisão. A agricultura de precisão considera exatamente esse cenário: a presença, distribuição e intensidade de uma condição específica que causa redução no rendimento da cultura agrícola deve ser identificada e receber tratamento diferenciado. Nesse contexto, o monitoramento remoto da cultura em condições de estresse é particularmente importante em agricultura de precisão, uma vez que os custos relacionados com a intensa amostragem ou manejo agrícola indiscriminado para toda área de cultivo podem ser minimizados pelo mapeamento prévio das variáveis que causam a queda da produtividade. Assim, o uso de dados geoespaciais integrados à agricultura, como ferramentas de planejamento, controle e análise de dados agrícolas, viabiliza o monitoramento das variações espaciais e temporais dos fatores que limitam a produção, orientando no processo de tomada de decisão, na aplicação de insumos em áreas específicas e no manejo diferenciado das culturas no campo de produção. Os resultados da interação entre Agricultura e Informações Geoespaciais são instigantes e promissores.

A missão principal do PPGAIG é formar profissionais com alto grau de domínio técnico capazes de produzir e difundir conhecimentos e tecnologias inovadoras para os sistemas agrícolas a partir da interface agricultura e informações geoespaciais.

O programa está agora formando seus primeiros egressos, e já demonstraram o potencial de inovação possível. O PPGAIG entende que a articulação com a sociedade vinculada à transformação social, com a modificação do conhecimento e a contínua qualificação dos processos de formação, é uma característica qualitativa indispensável para os programas de pós-graduação. Assim, são necessárias ações de “transformação social”, capazes de modificar o conhecimento e, consequentemente, qualificar a pesquisa e a formação.

Os docentes ligados ao PPGAIG desenvolveram uma boa produção científica, com publicação de artigos que transmitem a sociedade os saberes desenvolvidos na academia, patentes de desenvolvimento de produtos inoculantes microbianos, processos de tratamento, aplicativos computacionais; cultivares que são disponibilizados aos produtores rurais,  documentos técnicos, materiais didáticos, cursos e softwares.

 

Indicadores de relevância do PPGAIG em extensão e inserção social:

  1. O PPGAIG  ressalta em relação ao Impacto social do curso com as ações:

    -Introdução ao uso dos Sistemas de Informações Geográficas para ações de inteligência dos Bombeiros Militares. 2020. O impacto indireto desta ação abrange os habitantes dessa região geográfica, indivíduos os quais são atendidos pelos bombeiros: soma-se quase 2 milhões de pessoas. Com este curso concluído espera-se que os bombeiros militares consigam projetar e construir mapas que sejam aderentes ao seu cotidiano de trabalho e que os auxiliem nas tarefas de planejamento de ações e tomada de decisão.

    -“O Centro de Incubação de Empreendimentos Populares Solidários (CIEPS) - Monte Carmelo” promove a Economia Popular e Solidária assessorando coletivos populares que gerem trabalho e renda, por meio da indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão. Tem como finalidade estudar, refletir, pesquisar todas as formas de organização da produção de bens e de serviços, a distribuição, o consumo, o crédito, que tenham por base os princípios da autogestão, da cooperação e da solidariedade, para assessorar trabalhadores que desejam empreender a partir dos princípios da economia popular solidária.

    -“Assistência técnica para a agricultura familiar agroecológica no município de Monte Carmelo e região” que vem sendo desenvolvido pelo CIEPS Monte Carmelo atendendo cerca de 30 agricultores(as) e produtores(as) familiares.

  2. IMPACTO EDUCACIONAL:

    -Horta agroecológica na APAE: uma ferramenta para a educação ambiental. 2019. Esse projeto objetivou implantar uma horta agroecológica na Apae de Estrela do Sul, MG, possibilitando a prática de princípios da agroecologia como uma ferramenta para a educação ambiental. O projeto ocorreu no ano de 2019 e atendeu cerca de 50 adolescentes e jovens atendidos na Apae de Estrela do Sul, MG.

    -“Dia de Campo infantil 2019 - Apresentação dos genótipos de alface biofortificadas para alunos das escolas de Monte Carmelo.” O evento que ocorreu em 27 de setembro de 2019 apresentou os genótipos de alface biofortificadas da UFU para alunos das escolas de Monte Carmelo. Trata-se da 3ª edição do evento que vem ocorrendo desde 2017.

    -Programa: “Jovens Programadores”. Este programa, que teve início em julho de 2019, tem como objetivo conduzir cursos gratuitos de programação e de robótica aos alunos de escolas do ensino básico do Município de Monte Carmelo, buscando desenvolver conhecimentos técnicos e o raciocínio dos jovens.

    - Participação no Programa Bolsas Brasil PAEC OEA-GCUB (Edital OEA-GCUB nº 001/2020) que é uma das iniciativas de cooperação regional mais importantes para o desenvolvimento da educação superior na América Latina e no Caribe. Seu objetivo é contribuir para a integração e fortalecimento região das Américas por meio da concessão de bolsas de estudo de cursos completos de pós-graduação stricto sensu (Mestrado e Doutorado), oferecido pelas Universidades Brasileiras associadas ao GCUB para estudantes dos 34 países membros da OEA, exceto o Brasil, e formar líderes capazes de atuar em diferentes setores, como universidades e instituições de pesquisa, agências governamentais, setor privado e outros.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Considerações Finais:

 Pela dinamismo das ações de extensão, reforça-se que este documento trata-se de um marco inicial na história do ICIAG e que o mesmo será ampliado e revisto periodicamente para atender as expansões e atuações do grupo de docentes, técnicos administrativos e discentes contribuindo de forma coletiva com a sociedade e os pilares da Universidade (Ensino – pesquisa e extensão).           

ELEMENTOS PÓS TEXTUAIS

Responsáveis pela construção do documento:

Professora Dra. Angela Marcia de Souza - Coordenadora

Professora Dra. Adriane de Andrade Silva

Professor Dr. Bruno Nery F. Vasconcelos

Professora Dra. Maria Amelia dos Santos

Professora Dra. Maria da Graça Vasconcelos

Professora Dra. Tatiane Melo de Lima                          

Outras informações:

Sugestão de melhorias nos atuais sistemas de informações como SIEX, SIAE.

Melhorias como:

- Geração de relatórios específicos e parametrizados;

- Acesso por usuário e senha para todos os professores e técnicos administrativos;

- Aprovações por hierarquia;

As parcerias formalizadas necessitam de uma sistematização de arquivo e ou registros em meio digital para fins de consultas futuras.                              

REFERÊNCIAS

Bases legais, referências e normativas:

Regimento Geral da Universidade Federal de Uberlândia.

Resolução 25/2019 do Conselho Universitário (CONSUN).

 Resolução nº 7/2018 – CNE/MEC

 Resolução nº 25/2019-CONSUN/UFU

Resolução nº 13/2019 – CONGRAD/UFU

Resolução nº 5/2020 – CONSEX/UFU

Resolução nº 6/2020 – CONSEX/UFU

Plano Nacional de Extensão (PNE) (FORPROEX, 1998).

Plano Nacional de Educação.

LEI Nº 11.079, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004.

Parecer 15/2013 da Advocacia Geral da União.

Resolução Nº 7 do Conselho Nacional de Educação, de 18 de dezembro de 2018.

Lei Federa/l nº 13.005 de 25 de junho de 2014, que trata do Plano Nacional de Educação Resolução Nº 13/2019, do Conselho de Graduação.                           

Anexos

 I - CONSEX  08/2021 (SEI nº 2909209) 

 II - CONSEX 01/2010 http://www.reitoria.ufu.br/Resolucoes/ataCONSEX-2010-1.pdf

 III - Portaria Reitoria 872/2018 (SEI nº 070932)  

 IV -    CONSEX 005/2020 (SEI n° 2343452)

V - CONSEX 006/2020 (SEI n° 23445207)

VI - Portaria Reitoria 160/2020 (SEI n° 1857598)

VII - CONDIR 008/2017 (SEI n° 0164965)

VIII - CONSUN 25/2019 (SEI n° 1710556)                                                            

 

Bases legais para construção do PEX:

1 – Resolução nº 7/2018 – CNE/MEC

2 - Resolução nº 25/2019-CONSUN/UFU

3 – Resolução nº 13/2019 – CONGRAD/UFU

4 - Resolução nº 5/2020 – CONSEX/UFU

5 – Resolução nº 6/2020 – CONSEX/UFU


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Documento assinado eletronicamente por Tatiane Melo de Lima, Membro de Colegiado, em 29/01/2024, às 09:45, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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Documento assinado eletronicamente por Arthur Silva de Paula, Membro de Colegiado, em 09/02/2024, às 12:04, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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Documento assinado eletronicamente por Sueli Moura Bertolino, Membro de Colegiado, em 20/02/2024, às 12:03, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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Documento assinado eletronicamente por Adriane de Andrade Silva, Membro de Colegiado, em 20/02/2024, às 12:04, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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A autenticidade deste documento pode ser conferida no site https://www.sei.ufu.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 5138056 e o código CRC 33BCF6B3.




Referência: Processo nº 23117.021724/2022-07 SEI nº 5138056