UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
  

Timbre

Ficha de Componente Curricular

 

CÓDIGO:

MCS002

COMPONENTE CURRICULAR

TEORIA ANTROPOLÓGICA

UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:

INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS

SIGLA:

INCIS

CH TOTAL TEÓRICA:

60 horas

CH TOTAL PRÁTICA:

00 horas

CH TOTAL:

60 horas

 

OBJETIVOS

Desenvolver as questões teóricas e metodológicas do tema proposto.

Ementa

Neste curso apresentaremos uma introdução geral à Antropologia, a partir da análise e da discussão de trabalhos considerados significativos para o desenvolvimento da disciplina. A partir de temáticas e problemas que configuraram o campo antropológico, refletiremos sobre as diversas tradições metodológicas, vertentes e práticas de pesquisa em antropologia. Trataremos neste curso especificamente sobre o período compreendido desde a segunda metade do século XIX até a década de 1960. O curso será conduzido de forma que a apresentação da constituição histórica da disciplina possa trazer ao debate os conceitos de: cultura, sociedade, parentesco, religião, magia, trocas, rituais, conflitos, redes e sistemas políticos.

PROGRAMA

De acordo com o plano de ensino apresentado pelo docente responsável pela disciplina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOAS, Franz (1920). The aims of ethnology. In: Race, Language and Culture. New York: The Free Press, 1966, pp. 625-638.

BOAS, Franz (1896). The limitations of comparative method in anthropology. In: Race, Language and Culture. New York: The Free Press, 1966, pp. 270-280.

DURKHEIM, Emile (1912). Les Formes Elementaires de la Vie Religieuse. Paris: PUF, 1968, (Objet de la recherche; Caps. 1 e 5 do Livro I; Cap. 3 do Livro II; Cap. 1 e 5 do Livro III, Conclusion), pp. 1-28; 31-66; 123-138; 200-222; 427-464; 584-592; 593-638.

EVANS-PRITCHARD, Edward E. (1937). Bruxaria, Oráculos e Magia entre os Azande. Rio de Janeiro: Zahar, 1978, (Caps. 1, 2, 3, 4; Apêndice 4).

GLUCKMAN, Max (1952). Rituals of Rebellion in South-East Africa. In: Order and Rebellion in Tribal Africa. London: Kohen & West, 1963, pp. 110-136.

HERTZ, Robert (1909). La préeminence de la main droite. In: Sociologie religieuse et folklore. Paris: PUF, 1968, pp. 84-109. (Também em Religião e Sociedade n. 6, 1980, p. 99-128).

KROEBER, Alfred L. (1923). The Nature of Culture In: Anthropology: cultural patterns and processes. New YorK: Harcourt Brace Jovanovitch, 1970, pp. 61-118.

LÉVI-STRAUSS, Claude (1949). Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1976, p. 183-203.

LÉVI-STRAUSS, Claude (1962). La pensée sauvage. Paris, Plon.

LÉVI-STRAUSS, Claude (1962). Le Totémisme Aujourd?hui. PUF, Paris.

MAUSS, Marcel (1923-4). Ensaio sobre a dádiva: Forma e razão da troca nas sociedades arcaicas. In: Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, 2003, pp. 183-314.

MALINOWSKI, Bronislaw (1922). Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo: Abril (Coleção ?Os Pensadores?), 1978, (Prólogo e Introdução), pp. 11-13; 17-34.

MEAD, Margaret (1928). Coming of age in Samoa: a study of adolescence and sex in primitive societies. Harmondsworth: Penguin, 1969, (Introdução, Partes 1, 2, 4 e 13), pp. 9-18; 19-23; 38-52; 157-186.

MORGAN, Lewis Henry (1877). A sociedade primitiva. Lisboa: Presença, 1973, (Preface; Part I), pp. 7-10; 13-59.

MITCHELL, Clyde (1956). The Kalela Dance. Aspects of social relationships among urban africans in Nothern Rodesia. Manchester University Press: The Rhodes Livingstone Papers 27. (52 págs.)

RADCLIFFE-BROWN, Alfred .R. (1935). On the concept of function in Social Science, (1940) ?On Social Structure?. In: Structure and function in Primitive Society. New York, the Free Press, 1965, PP. 178-204.

RADCLIFFE-BROWN, Alfred R. (1952). Introduction; (1924) The Mother's Brother in South Africa; (1940) On Joking Relationships; (1949) A Further Note on Joking Relationships. In: Structure and function in Primitive Society. New York, the Free Press, 965, pp. 1-31, 90-116.

STOCKING Jr., George W. (1992). The Ethnographer´s Magic And Other Essays In The History Of Anthropology. Madison-London: The University Of Wiscosin Press.

TYLOR, Edward Burnett (1871). The Science of Culture In: The Origins of Culture. Gloucester, Mass: Peter Smith, 1970, (Cap.1), pp.1-25.

VAN GENNEP, Arnold (1909). Os ritos de passagem. Petrópolis: Vozes, (Caps. 1, 2, 6 e Conclusões), 1978, pp. 25-40; 70-103; 157-161.

aprovação

 

Moacir de Freitas Júnior

Coordenador do Curso de Mestrado em Ciências Sociais

Debora Regina Pastana

Diretora do Instituto de Ciências Sociais

 


logotipo

Documento assinado eletronicamente por Moacir de Freitas Junior, Coordenador(a), em 23/09/2022, às 15:54, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


logotipo

Documento assinado eletronicamente por Debora Regina Pastana, Diretor(a), em 23/09/2022, às 16:13, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


QRCode Assinatura

A autenticidade deste documento pode ser conferida no site https://www.sei.ufu.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 3755153 e o código CRC DFBA99DB.




Referência: Processo nº 23117.049065/2022-65 SEI nº 3755153