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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Rua Vinte, 1600 - Bairro Tupã, Ituiutaba-MG, CEP 38304-402 |
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Plano de Ensino
IDENTIFICAÇÃO
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Componente Curricular: |
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Unidade Ofertante: |
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Código: |
Período/Série: |
Turma: |
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Carga Horária: |
Natureza: |
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Teórica: |
Prática: |
Total: |
Obrigatória: |
Optativa: |
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Professor(A): |
Ano/Semestre: |
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Observações: |
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EMENTA
Estudos teóricos sobre as interações vegetação/solo/clima, que determinam a distribuição dos diferentes biomas e ecossistemas no planeta. Estudos teóricos e práticos sobre elogia de populações e de comunidades vegetais, com ênfase na estrutura, dinâmica e resiliência de espécies nativas em ambientes naturais. Efeitos de alterações ambientais sobre os ecossistemas naturais, com ênfase para as populações e comunidades nativas.
JUSTIFICATIVA
A disciplina de ecologia vegetal pretende fornecer aos graduandos um conhecimento geral sobre fenômenos relacionados a padrões sinecológicos e autoecológicos, além de conceitos utilizados nas áreas de conservação, manejo vegetal e fitogeografia.
OBJETIVO
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Objetivo Geral: |
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Compreensão da influência de fatores abióticos (clima e solo) e bióticos na definição de características de comunidades e populações vegetais. |
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Objetivos Específicos: |
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Apresentação de conceitos, em aulas teóricas e práticas, relacionados à ecologia de comunidades e de populações vegetais, discutindo suas aplicações para a conservação e manejo de ecossistemas naturais. Análise da distribuição de formações vegetais nas escalas local, regional e continental, discutindo consequências de impactos de origem antrópica, como o aquecimento global. |
PROGRAMA
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Horário |
Turma |
Atividade |
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Junho |
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5 |
8:00-9:40 |
D |
1 - Apresentação da disciplina e abordagem inicial |
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12 |
8:00-9:40 |
D |
2 - Clima como fator de influência |
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26 |
8:00-11:30 |
D |
Prática – organização dos grupos de trabalho |
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Julho |
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3 |
8:00-9:40 |
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3 - A importância da luminosidade |
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10 |
8:00-9:40 |
D |
4 - Composição e estrutura de comunidades vegetais |
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17 |
8:00-9:40 |
D |
5 - Perturbação de ecossistemas vegetais |
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24 |
8:00-9:40 |
D |
6 - Sucessão ecológica e dinâmica de clareiras |
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24 |
9:50-11:30 |
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Prática – Atividade grupos de trabalho |
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31 |
8:00-9:40 |
D |
7 - Interações interespecíficas: mecanismos reprodutivos |
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31 |
9:50-11:30 |
D |
1ª PROVA (aulas 1 a 4) |
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Agosto |
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7 |
8:00-9:40 |
D |
8 - Interações interespecíficas: herbivoria e competição |
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7 |
9:50-11:30 |
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Prática – Atividade grupos de trabalho |
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9 |
8:00-11:30 |
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Prática – aula de campo |
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14 |
8:00-9:40 |
D |
9 - Fenologia: conceitos e importância |
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14 |
9:50-11:30 |
D |
Prática – Atividade grupos de trabalho |
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21 |
8:00-9:40 |
D |
10 - Biomas e as formas de vida Raunkiaer |
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21 |
9:50-11:30 |
D |
2ª PROVA (aulas 5 a 8 |
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28 |
8:00-9:40 |
D |
11 - Introdução à conservação e manejo |
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28 |
9:50-11:30 |
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Prática – Atividade grupos de trabalho |
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Setembro |
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4 |
8:00-9:40 |
D |
12 - A ecologia vegetal e as mudanças climáticas |
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4 |
9:50-11:30 |
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Prática – Conclusão dos relatórios |
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11 |
8:00-9:40 |
D |
3ª PROVA (aulas 9 a 12) |
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11 |
9:50-22:00 |
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Envio relatórios (arquivos PDF) – horário limite: 22h |
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18 |
8:00-9:40 |
D |
Prova substitutiva |
METODOLOGIA
Nas aulas teóricas, o conteúdo será abordado de forma expositiva utilizando-se recursos audiovisuais como apresentação em datashow (ou retroprojetor) e quadro e giz. Nas aulas práticas, os alunos desenvolverão atividades laboratoriais, trabalhos de campo e elaboração de relatórios em grupo.
AVALIAÇÃO
7.1. Avaliação Geral:
Serão aplicadas três provas versando sobre temas abordados em aula. As provas P1 e P2 terão valor máximo de 35 pontos, e a P3 30 pontos. O somatório dessas três provas representará 70% da média final, acrescida da nota de um relatório que terá valor máximo de 30 pontos.
7.2. Avaliação substitutiva:
Para os alunos e alunas que não alcançarem média final (provas + relatório) mínima de 60 pontos, será oferecida prova presencial, para substituir a menor nota obtida entre as três provas.
Os alunos devem alcançar ainda o mínimo de 75% de frequência nas aulas, em concordância com as Normas Gerais da Graduação (Art. 127, Resolução CONGRAD nº 46/2022).
BIBLIOGRAFIA
Básica
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S.M.; FOX, G.A. Ecologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2009.
RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
RIZZINI, C.T. Tratado de fitogeografia do Brasil. Rio de Janeiro: Âmbito Cultural Edições Ltda, 1997.
Complementar
BARNES, B.V.; ZAK, D.R.; DENTON, S.H.; SPURR, S.H. Forest ecology. Nova Iorque: John Wiley & Sons, 1998.
ARCHIBOLD, O.W. Ecology: of world vegetation. Londres: Chapman & Hall, 1995.
BEEBY, A. Applying ecology. Londres: Chapman & Hall, 1993.
CRAWLEY, M.J. Plant ecology. Oxford: Blackwell Sci. Ltda, 1997.
MUELLER-DOMBOIS, D. & ELLEMBERG, H. Aims and methods of vegetation ecology. Nova Iorque: John Wiley & Sons, 1974.
APROVAÇÃO
Aprovado em reunião do Colegiado realizada em: ____/____/______
Coordenação do Curso de Graduação: _________________________
| | Documento assinado eletronicamente por Marcelo Henrique Ongaro Pinheiro, Professor(a) do Magistério Superior, em 25/06/2025, às 17:06, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015. |
| | A autenticidade deste documento pode ser conferida no site https://www.sei.ufu.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&id_orgao_acesso_externo=0, informando o código verificador 6410650 e o código CRC DE3F51BD. |
| Referência: Processo nº 23117.037713/2025-83 | SEI nº 6410650 |