UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Instituto de Ciências Exatas e Naturais do Pontal

Rua Vinte, 1600 - Bairro Tupã, Ituiutaba-MG, CEP 38304-402
Telefone: (34)3271-5248 -
  

Timbre

Plano de Ensino

IDENTIFICAÇÃO

Componente Curricular:

Ecologia Vegetal

Unidade Ofertante:

Instituto de Ciências Exatas e Naturais do Pontal

Código:

ICENP31801

Período/Série:

Turma:

D

Carga Horária:

Natureza:

Teórica:

30

Prática:

30

Total:

60

Obrigatória:

( X )

Optativa:

( )

Professor(A):

Marcelo Pinheiro

Ano/Semestre:

2025/1º

Observações:

Todo o material produzido e divulgado pelo docente, como vídeos, textos, arquivos de voz, etc., está protegido pela Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998), pela qual fica vetado o uso indevido e a reprodução não autorizada de material autoral por terceiros cabendo, aos responsáveis pela reprodução ou uso indevido do material de autoria dos docentes, as sanções administrativas e às dispostas na Lei de Direitos Autorais.

 

EMENTA

Estudos teóricos sobre as interações vegetação/solo/clima, que determinam a distribuição dos diferentes biomas e ecossistemas no planeta. Estudos teóricos e práticos sobre elogia de populações e de comunidades vegetais, com ênfase na estrutura, dinâmica e resiliência de espécies nativas em ambientes naturais. Efeitos de alterações ambientais sobre os ecossistemas naturais, com ênfase para as populações e comunidades nativas.

JUSTIFICATIVA

A disciplina de ecologia vegetal pretende fornecer aos graduandos um conhecimento geral sobre fenômenos relacionados a padrões sinecológicos e autoecológicos, além de conceitos utilizados nas áreas de conservação, manejo vegetal e fitogeografia.

OBJETIVO

Objetivo Geral:

Compreensão da influência de fatores abióticos (clima e solo) e bióticos na definição de características de comunidades e populações vegetais.

Objetivos Específicos:

Apresentação de conceitos, em aulas teóricas e práticas, relacionados à ecologia de comunidades e de populações vegetais, discutindo suas aplicações para a conservação e manejo de ecossistemas naturais. Análise da distribuição de formações vegetais nas escalas local, regional e continental, discutindo consequências de impactos de origem antrópica, como o aquecimento global.

PROGRAMA

 

Mês/dia

Horário

Turma

Atividade

Junho

 

 

 

5

8:00-9:40

D

1 - Apresentação da disciplina e abordagem inicial

12

8:00-9:40

D

2 - Clima como fator de influência

26

8:00-11:30

D

Prática – organização dos grupos de trabalho

Julho

 

 

 

3

8:00-9:40

 

3 - A importância da luminosidade

10

8:00-9:40

D

4 - Composição e estrutura de comunidades vegetais

17

8:00-9:40

D

5 - Perturbação de ecossistemas vegetais

24

8:00-9:40

D

6 - Sucessão ecológica e dinâmica de clareiras

24

9:50-11:30

 

Prática – Atividade grupos de trabalho

31

8:00-9:40

D

7 - Interações interespecíficas: mecanismos reprodutivos

31

9:50-11:30

D

1ª PROVA (aulas 1 a 4)

Agosto

 

 

 

7

8:00-9:40

D

8 - Interações interespecíficas: herbivoria e competição

7

9:50-11:30

 

Prática – Atividade grupos de trabalho

9

8:00-11:30

 

Prática – aula de campo

14

8:00-9:40

D

9 - Fenologia: conceitos e importância

14

9:50-11:30

D

Prática – Atividade grupos de trabalho

21

8:00-9:40

D

10 - Biomas e as formas de vida Raunkiaer

21

9:50-11:30

D

2ª PROVA (aulas 5 a 8

28

8:00-9:40

D

11 - Introdução à conservação e manejo

28

9:50-11:30

 

Prática – Atividade grupos de trabalho

Setembro

 

 

 

4

8:00-9:40

D

12 - A ecologia vegetal e as mudanças climáticas

4

9:50-11:30

 

Prática – Conclusão dos relatórios

11

8:00-9:40

D

3ª PROVA (aulas 9 a 12)

11

9:50-22:00

 

Envio relatórios (arquivos PDF) – horário limite: 22h

18

8:00-9:40

D

Prova substitutiva

 

METODOLOGIA

Nas aulas teóricas, o conteúdo será abordado de forma expositiva utilizando-se recursos audiovisuais como apresentação em datashow (ou retroprojetor) e quadro e giz. Nas aulas práticas, os alunos desenvolverão atividades laboratoriais, trabalhos de campo e elaboração de relatórios em grupo.

AVALIAÇÃO

7.1. Avaliação Geral:

Serão aplicadas três provas versando sobre temas abordados em aula. As provas P1 e P2 terão valor máximo de 35 pontos, e a P3 30 pontos. O somatório dessas três provas representará 70% da média final, acrescida da nota de um relatório que terá valor máximo de 30 pontos.

 

7.2. Avaliação substitutiva:

Para os alunos e alunas que não alcançarem média final (provas + relatório) mínima de 60 pontos, será oferecida prova presencial, para substituir a menor nota obtida entre as três provas.

Os alunos devem alcançar ainda o mínimo de 75% de frequência nas aulas, em concordância com as Normas Gerais da Graduação (Art. 127, Resolução CONGRAD nº 46/2022).

 

BIBLIOGRAFIA

Básica

GUREVITCH, J.; SCHEINER, S.M.; FOX, G.A. Ecologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2009.

RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.

RIZZINI, C.T. Tratado de fitogeografia do Brasil. Rio de Janeiro: Âmbito Cultural Edições Ltda, 1997.

Complementar

BARNES, B.V.; ZAK, D.R.; DENTON, S.H.; SPURR, S.H. Forest ecology. Nova Iorque: John Wiley & Sons, 1998.

ARCHIBOLD, O.W. Ecology: of world vegetation. Londres: Chapman & Hall, 1995.

BEEBY, A. Applying ecology. Londres: Chapman & Hall, 1993.

CRAWLEY, M.J. Plant ecology. Oxford: Blackwell Sci. Ltda, 1997.

MUELLER-DOMBOIS, D. & ELLEMBERG, H. Aims and methods of vegetation ecology. Nova Iorque: John Wiley & Sons, 1974.

APROVAÇÃO

Aprovado em reunião do Colegiado realizada em: ____/____/______

Coordenação do Curso de Graduação: _________________________

 


logotipo

Documento assinado eletronicamente por Marcelo Henrique Ongaro Pinheiro, Professor(a) do Magistério Superior, em 25/06/2025, às 17:06, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 6º, § 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.


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Referência: Processo nº 23117.037713/2025-83 SEI nº 6410650